5 elementos para um bom design corporativo (parte II)

Conforme o combinado seguimos com o assunto.

Cores

Muito se tem escrito sobre a importância das cores. Quer através das representações gráficas quer através das emoções experimentadas pelos indivíduos diante da cor em si, devemos levar em consideração diferentes combinações de cor e os seus significados.

O esquema de cores corporativas que se escolhe faz uma forte declaração sobre a organização e a forma como ela faz negócios. Como acontece com todos os outros 5 elementos, as cores devem enfatizar a filosofia e a estratégia da corporação.

Estudos comprovam que todos os seres humanos fazem subconsciente uma sentença sobre uma pessoa, ambiente ou item dentro de 90 segundos. Essa avaliação é baseada na aplicação da cor. Isto demonstra o importante papel das cores.

Dica: Para peças impressas, sempre que possível, prefira as cores naturais sem utilizar-se de tons gradientes ou efeitos similares.


Marca

Marca é a definição dos negócios corporativos. O nome de uma organização pode também servir como sua marca.

O termo é frequentemente usado hoje em dia como referência a uma determinada empresa: um nome, imagens ou conceitos que distinguem o produto, serviço ou a própria empresa. Busca-se associar às marcas uma personalidade ou imagem mental.

Estas são as características da organização e devem refletir a filosofia da organização e seus processos. Uma marca forte desenvolve credibilidade e motiva os clientes.

Preferimos e optamos, quando possível, os “produtos de marca”, em que o conteúdo, muita vezes é similar a outros produtos da mesma categoria. Isto é o poder do branding.

O Branding é considerado um trabalho de marca. É como se criássemos uma imagem para ser reconhecida por todo o mercado, de forma que o público a consiga identificar e apreciar.

Ao criarmos e gerirmos uma marca, estamos diretamente envolvidos no conceito de valor e positividade ao projeto que deverá respeitar a estratégia e a ambição do cliente e/ou do seu produto. Trata-se não só de identificar e diferenciar o produto ou empresa, mas também gerar uma expectativa de qualidade de imagem que vai trazer grande notoriedade.


Cultura

Costumes, conhecimentos e valores compartilhados pela comunidade abrangem a chamada cultura.

Se uma empresa tem comunidades formadas em torno de seus produtos, isso não significa necessariamente que estas comunidades tenham uma cultura saudável. De fato, uma cultura pode arruinar a reputação da empresa com perspectivas de futuro.

Sem precisar citar exemplos de empresas com uma má formação cultural no cultivo de suas comunidades eu já passo para o lado positivo: o site “Jovem Nerd”, criado por Alottoni e Azaghâl. O blog abusa do entretenimento e bom humor. O que teoricamente seria voltado para o mundo “nerd” vem tomando espaço e englobando de forma positiva, diversas comunidades alavancando a marca e seus serviços, dentre eles um excelente podcast (o nerdcast).

Bom é isso espero que tenham gostado. Fico por aqui.

Moeda de 1 Raul

Essa eu vi no Charges e achei muito engraçado. É um trocadilho real. E também uma homenagem a esse mito da música brasileira.

Um abraço e até mais.

  • 1 Comentário
  • Categoria: Humor
  • 5 elementos para um bom design corporativo (parte I)

    Alguns amigos têm me cobrado (de leve) um post sobre design, publicidade, layout.

    Escrever sobre esse assunto é uma tarefa difícil. Temos uma vasta gama de definições para seguir e escolher.

    Ao pensar simplesmente na palavra design, nos vem à mente um arquétipo de natureza gráfica, artística, sem nos preocuparmos com o outro lado da moeda: a estratégia envolvida em cada “projeto”. Isto significa, de forma lógica, que o planejamento de processos para alcançar determinados objetivos ligados ao design é fundamental.

    Não existe uma fórmula matemática pré-estabelecida para a criatividade em si, porém, para um bom design corporativo podemos claramente seguir 5 elementos para se obter um excelente resultado baseados na concepção (símbolo, tipografia e cor) e na estratégia (marca, cultura).


    Símbolos

    Símbolo aqui para nós significa um dos elementos de identidade visual que pode vir a fazer parte de uma marca. Se a marca é forte o resultado é imediato. Muitas vezes reconhecemos uma grande empresa simplesmente olhando seu símbolo. (é o caso das marcas acima)

    Olha que interessante:

    “O símbolo em identidade visual, é desenhado para comportar e sintetizar um conjunto de associações distintas. Estas associações geralmente são feitas com a ajuda da propaganda…”

    “O símbolo, no entanto, não deve depender exclusivamente do auxílio da propaganda para criar as associações corretas. Assim, ele deve possuir características próprias que já permitam “intuir” determinadas associações, como por exemplo; “é caro”, “simpático”, “moderno”…”

    wikipedia

    O símbolo é apenas um aspecto de uma estratégia de marca da empresa. Ela ajuda, naturalmente, a diferenciar uma empresa de seus concorrentes, mas um grande símbolo não nos diz nada até que a marca possa valer alguma coisa.

    Então ao criar um símbolo corporativo procure levar em consideração estilos clean, abstratos (o que não significa indecifrável) e sóbrios.


    Tipografia

    É comum encontrarmos cartazes, flyers e diversos sites “carnavalescos”. Um verdadeiro “samba do crioulo doido” com todo o respeito.  As fontes também expressam vida, sentimentos.

    Com os grandes sites corporativos, a usabilidade desempenha um papel cada vez mais amplo na tipografia, inclusive para pessoas com deficiências.

    Tipografia tem sempre que ser sóbria. Procure utilizar-se do que eu chamo de grafia áurea (Trebuchet MS, Helvetica, Tahoma e Verdana) para textos informativos. São fontes legíveis e com uma grande bagagem. A Helvetica mudou o mundo da tipografia, mostrando que simplicidade é sinônimo de bom design.

    É claro que a(s) fonte(s) adotada(s) deve(m) sempre refletir a imagem da companhia e suas crenças mercadológicas. Portanto fontes “serifadas” não devem ser descartadas.

    Comic Sans nem pensar!!

    Semana que vem nós continuamos o assunto fechando com os outros 3 elementos finais.

    Imasters Intercon 2008 – primeiras impressões

    Este ano, pela 3° vez fui ao Imasters Intercon 2008. Dessa vez os organizadores ousaram de forma inusitada e fizeram algo que eu nunca tinha visto em anos de palestras e congressos: 2 palestras ao mesmo tempo no mesmo palco.

    Foi uma ótima experiência. Essa façanha foi possível com o uso de fones de ouvido com receptores multicanal de rádio. Ou seja, enquanto um palestrante usava o canal 1, o outro usava o canal 2 e a gente escolhia qual palestra assistir. Mas tudo tem um porém… Como estavam passando 2 palestras ao mesmo tempo, eu ficava alternando e tentando absorver o máximo mas acredito que consegui uns 40% de cada palestra e olhe lá, nesse ponto achei ruim.

    Ano passado foram 2 dias de evento e eu absorvi muito mais informação. Também teve o fato do apresentador discutir com o palestrante e abrir para perguntas e considerações, isso eu senti falta esse ano.

    Bom essas foram as primeiras impressões, quero e pretendo falar mais sobre o assunto.

    Um abraço e até mais.

    A crise financeira, para leigos

    Uma boa explicação sobre a crise financeira em uma linguagem bem simples. Procurei o autor em vários blogs porém encontrei apenas o texto sem o criador.
    Segue abaixo:

    O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça ‘na caderneta’ aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados.

    Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo crédito).

    O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de ‘emibiêi’, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo o pindura dos pinguços como garantia.

    Uns seis ‘zécutivos’ de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.

    Esses adicionais instrumentos financeiros alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações estruturadas de derivativos na BM&F, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu).

    Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.

    Até que alguém descobre que os bebuns da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência. E toda a cadeia desmorona.

    Um abraço e até mais.

    Engolir ou cuspir?

    Há algum tempo que as empresas vêm apostando suas fichas em campanhas ousadas para que estas possam se tornar um viral bem-sucedido.

    É o caso deste vídeo criado para promover o site belga da Sensoa, centro de saúde da Bélgica especialista em doenças sexualmente transmissíveis. Ele simplesmente utiliza um tema vendável: o sexo, só que de maneira inteligente e humorada, sem precisar apelar para a nudez.

    O resultado foi tão bom que o site foi lançado no dia 17 de setembro e no mesmo dia registrou 21.500 visitas e em dois dias, ultrapassou a marca de 40.000 visitas únicas.

    Get the Flash Player to see this player.

    Get a Mac

    Eu confesso que demorei um bocado a dar o braço a torcer. Achava o meu PC a coisa mais linda do mundo, uma puta ferramenta (e realmente a melhor ferramenta é aquela que você domina), mas não dá pra negar: Steve Jobs sabe fazer e faz muito bem!

    Para quem gosta da velha disputa entre PC e MAC assistam o vídeo abaixo.

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    Essa campanha vem desde 2006. É muito interessante!!

    Power Line Comunications ou internet pela rede elétrica

    Recentemente ouvi no podcast do IDG Now a entrevista com Paulo Pimentel diretor do fórum PLC da Aptel.

    Há algum tempo já se discute a transmissão de dados via rede elétrica. Vasculhando a internet eu pude perceber que antes de 2003 vários artigos reprovavam a tecnologia por inviabilidades técnicas. Ruídos, fios que absorvem alta freqüência, interferências magnéticas, etc. Mas hoje ocorre o contrário e alguns testes já foram realizados.

    A tecnologia consiste em transmitir dados através da estrutura de rede elétrica já existente. Para montar uma rede de dados doméstica sem precisar passar por toda a estrutura os cabos de rede e montar switch, o PLC torna esse processo muito fácil. Outro exemplo é um prédio que não possui mais espaço para passar os cabos de rede porém já tem a estrutura de energia elétrica toda pronta, a possibilidade de uma de dados é muito maior com o PLC.

    Agora pensando em um âmbito maior, em uma cidade do interior que os serviços de banda larga não existem, os serviços via satélite são muito caros e a única internet existente é pela linha discada, a melhor solução é via PLC. Porque as instalações elétricas já estão prontas, ou seja, o custo seria apenas de converter o sinal num ponto e recoverter em outro ponto.

    Para concluir, eu vejo uma grande democratização da internet aliada aos softwares “web 2.0” que priorizam o uso e não a posse, atingindo cada vez um número maior de usuários. A democratização da tecnologia terá um êxito muito maior.

    Um abraço e até mais.

    Fontes:
    TerraIDG NowWnewsWikipedia

    Com vocês: GOOGLE CHROME

    A gigante Google anunciou o lançamento do Chrome, seu novo navegador, travando uma acirrada batalha com a Microsoft – líder absoluta na área por enquanto – e com a Mozilla. A versão beta já está a nossa disposição para teste e é claro já está instalada no meu micro.
    Para quem trabalha com desenvolvimento web sempre fica certa apreensão quando se lança no mercado um novo navegador e com ele uma série de diferentes interpretações em cima dos códigos e funções. Com o Chrome alguns sites vão ter que readequar sua programação para não ficarem “desmontados”. “Tá, mas e daí o importante é o IE!” Quem pensa assim está realmente muito atrasado e enganado! Até pouco tempo atrás e “desconhecido” dos internautas, o Firefox já fez muita gente mudar de opinião, imagine agora um navegador gratuito igual ao do Mozilla e para complicar ainda mais da Google – empresa que certamente dominará o mundo – circulando por aí.

    Recursos do Chrome
    Com relação ao visual do Chrome uma única palavra o descreve: clareza (a cara da Google, lógico), permite para a área real do navegador um “respiro” maior, mais espaço para os sites. E tem mais, foram implantadas já nesta versão beta algumas funcionalidades e aplicabilidades para tornar real a sua integração ao sistema tradicional, ops corrigindo… operacional de um de seus maiores rivais, o Windows. Ponto para o Chrome.
    Com as chamadas janelas anônimas (ou porn free mode como vêm sendo apelidadas) é possível navegar no anonimato, sem deixar “rastros”, pois todos os registros das atividades de navegação são bloqueados e, portanto não gravados em históricos. cookies, arquivos recentes… O que seria um ato monstro na China com toda sua censura. O recurso não é tão novo e nem tão exclusivo. O InPrivate do IE8 beta2 e o Stealther da Mozilla Firefox são recursos quase semelhantes.
    Grande velocidade em carregar as páginas (resultado de processos independentes e renderização turbinada pelo V8);
    Agora a grande aposta da Google para uma nova tendência é sem dúvidas a possibilidade de criar atalhos diretos para as paginas desejadas exatamente como os atalhos padrões do velho Windows, que podem ser inseridos em nosso “Desktop”, “Barra de inicialização rápida, “Menu Iniciar”… ainda está achando pouco né? Então toma: eles podem ser movidos para quaisquer pastas se comportando como um programa executável. É isso mesmo que você entendeu! Pode-se criar um atalho e usar esses serviços online como se fossem programas do seu Windows.
    Resumindo o Chrome foi pensando e projetado para a Web 2.0, conceito que vem se aproximando cada vez mais do proposto. Esqueça os softwares instalados em nossas maravilhosas máquinas… tudo estará acessível via on-line. E digo mais ele definitivamente não está chegando para competir diretamente com os outros navegadores e browsers, mas sim com os outros sistemas operacionais com editores de texto, agendas e programas de e-mails desktops.

    Cartão de loja, o marketing obrigatório


    Esse é um tema óbvio e até batido, mas vamos lá.

    Como todo mundo sabe, essas lojas de departamentos, famosas, como C&A, Riachuelo, Pernambucanas e etc, possuem seus próprios cartões de crédito em que oferecem uma série de vantagens: até 5 vezes sem juros, 8 vezes com juros baixo, 40 dias para começar a pagar e até brindes. Claro que isso tudo não é de graça. Não vou entrar no mérito dos juros e/ou taxas, o ponto em que eu quero chegar está na hora de pagar a fatura.

    Outro dia fui pagar uma conta de uma compra parcelada na Riachuelo. É certo que por várias vezes já fiz isso nesta e em outras lojas como a C&A por exemplo. Desde o começo eu percebi 2 duas coisas: o caixa onde se paga a fatura fica sempre no fundo da loja e a fatura só pode ser paga na própria loja. Esta última é pior, pois costumo pagar todas as contas via internet.

    Bom, então por quê não se tem uma fatura que eu possa pagar via internet?
    Simples, para que o comprador volte à loja obrigatoriamente. Ou seja, quem fez uma compra e aproveitou uma promoção que parcela o preço em 8 vezes sem juros pode até ter feito um bom negócio, mas a loja garantiu a volta deste comprador outras 8 vezes, sem gastar com propaganda.

    Tudo bem, então por quê o crediário fica tão ao fundo sendo que poderia ter uma caixa logo na porta da loja?
    Vamos analisar. Quando fui pagar a fatura na Riachuelo recentemente, entrei na loja e me deparei com a sessão de roupas adultas masculinas. A loja tem 3 andares, térreo e mais 2. O crediário fica no 2º andar, claro. Subi para o 1º andar e passei pela seção de roupas adultas femininas. Ao chegar no 1º andar a seção era de roupas infantis. Dei a volta no lugar para pegar a próxima escada e finalmente, último andar: cama, mesa e banho. Caminhei até o fundo da seção para chegar ao crediário. Aconteceu que eu caminhei pela loja inteira por todas as seções sendo tentado a efetuar novas compras.

    Óbvio certo? Sim. É claro que é vantagem para a loja fazer o consumidor voltar para a loja e ver as ofertas, a nova coleção e sentir-se tentado a comprar novamente. Sem veicular na televisão, sem gastar com campanhas e ainda cobrando juros de cartão de crédito que, em alguns casos, chega a 13% ao mês.

    Conclusão: se é bom para quem está comprando, é muito melhor para quem está vendendo. Eu não sou contra, sou a favor, pois isso faz parte do marketing.

    Um abraço e até mais.

    Internet, tecnologia, informação, publicidade e algumas novidades. Essa é a proposta do "Enquanto Isso", o blog corporativo da Tag3. Um espaço atualizado e muito interessante para que você se sinta a vontade e sempre que quiser, enviar um comentário.
    Seja bem-vindo!

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