29 jun 2009
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28 mai 2009
O meu intuito não é transformar este blog corporativo em um espaço chulo, porém esse vÃdeo merece ser publicado…
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22 mai 2009
“Estamos entre a cruz e a espadaâ€, diz o professor José LuÃs Oreiro, professor de economia da Universidade de BrasÃlia. Se a taxa de juros não baixar, a temida inflação, o monstro que alguns de nossos pais têm pesadelos só de lembrar, poderá voltar, e com ela a recessão.
Agora alguém me responda, o Brasil não estava se saindo bem em relação à crise mundial? Estamos tão bem que a tal cruz e a espada voltou. É curioso ver que quando se trata de economia, a virada da maré sempre é brusca, ela nunca acontece com aviso prévio.
A corrupção da década de 80 e o plano cruzado nos deixaram várias heranças: tÃtulos de dividas públicas furados, indexadores econômicos que não funcionam na prática, enfim, vamos remediar novamente a situação para a vaca não ir para o brejo.
E é espantoso ver como a conversa sempre muda de foco, até a pouco tempo, as notÃcias falavam que a mudança seria para poder tributar poupanças acima de 50 mil reais de rendimento, agora a mudança é para conter a inflação e a recessão!
No final das contas, selic, tÃtulos públicos e LTFs são artimanhas desse nosso sistema financeiro para manter-nos eternos escravos de juros. Toda a educação que você teve em sua vida foi para te transformar em um trabalhador para pagar juros e custear esse sistema de consumo onde a escassez é seu maior produto.
Reclamar não é vergonha minha gente, vergonha é viver dessa maneira, mesmo depois de 100 anos da falsa libertação dos escravos…
19 mai 2009
Nasce aqui uma “seção plágio” pensada nos posts sobre as “cópias criativas” dos grandes publicitários (ou não). Começo com inacredidavelmente 05 “coincidências” sobre o mesmo assunto.
Diet Coke
Diet Pepsi
Orangina Ligth
Joya Light
Ãgua Viladrau
2 mai 2009

Tudo bem, já estou achando batido falar de crise, realmente. Só que depois de ver mais uma notÃcia sobre perdas, desvalorizações e parques de diversões dando prejuÃzo eu resolvi falar mais um pouquinho.
Minha idéia não é original, é baseada em várias tendências que vêm se formando. Quando uma crise chega, a primeira ação a ser tomada é reduzir custos. Quando uma empresa sabe que pode não receber o que está previsto e não ter crédito nos bancos, começa a reduzir custos para se proteger. As demissões em massa partem desse princÃpio.
Porém esse é o lado do pessimismo. O lado otimista dessa situação é que sempre existem oportunidades de negócio quando o objetivo é reduzir despesas. O principal caminho dessas oportunidades é a tecnologia.
Cito alguns exemplos bem conhecidos em suas áreas onde a tecnologia ajudou na redução de gastos:
• Telefonia – soluções de VoIP como o Skype transformam qualquer ligação de longa distância em custos de uma ligação local. E se for de Skype para Skype o custo disso é somente o plano de acesso a internet.
• Energia – painéis de energia solar para transformar a luz que é de graça em energia.
• Ãgua – caixas externas para captar a água da chuva e utilizá-las para lavar a varanda; tem também aquela válvula que bloqueia passagem de ar pelo hidrômetro, evitando que se pague pelo consumo de ar.
Quando uma empresa decide reduzir as despesas, uma porção de coisas entram em questão, pois muitos processos podem ser melhorados e gerenciados através de soluções tecnológicas.
Então, acredito que o setor de tecnologia será um dos mais beneficiados com essa crise. Empresas desse setor terão uma grande oportunidade de crescimento em meio a esse mar de pessimismo e medo.
Um abraço e até mais.
14 abr 2009

Ontem vi a nova vinheta de “plim-plim” da emissora Globo.
Eu não gostei.
Sou suspeito para dizer, pois como sou um pouco saudosista, previro aquele velho plim-plim como mostra a imagem acima. Esse novo me parece um pouco “era espacial” e um pouco forçado.
Abaixo coloquei o vÃdeo e espero comentários para as considerações.
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Um abraço e até mais.
1 abr 2009
Pois é… para colocar um pouco de lenha na fogueira do Enquanto Isso (ou pelo menos tentar) eu escrevo sobre este tema que já foi alvo de inúmeras conversas até mesmo aqui dentro da nossa maravilhosa empresa.
Esta foto acima foi retirada da capa de A Torre Negra, HQ muito bom de Stephen King, porém, e voltando ao assunto central, o fato é que ainda não possuÃmos uma padronização especÃfica para alguns termos no nosso meio, diferentemente de algumas profissões bem mais antigas onde nota-se uma definição clara sobre a utilização de certas terminologias (caramba… falei bonito agora)
É comum na faculdade escutarmos nossos professores falando e defendendo o uso de um termo X e quando chegamos ao mercado de trabalho encontramos grandes profissionais falando outra coisa.
Indo direto ao assunto: É correto falar logomarca? Ou seria logotipo? Hum? Por que existe polêmica nesse assunto?
Então eu pesquisei um pouco nos livros e na internet para poder formar melhor a minha opinião e tentar esclarecer você leitor sobre o ponto de vista analÃtico de alguns termos e etimologia para ver se existe o chamado neologismo (criação de um nome novo para alguma coisa, ou um novo significado para um nome velho) aceitável ou apenas vÃcios de linguagem.
Logomarca
Seu termo tem sido difundido e muito, porém alvejado de crÃticas. Quando eu era mais novo eu defendia o uso de logomarca me baseando na idéia de que o logotipo seria a parte escrita da marca, a tipografia empregada que a identifica. Logomarca então seria um sÃmbolo ou representação gráfica utilizada em uma marca. Simples né?
Existem também os que apóiam este termo por outros dois motivos: ou já estão acostumados a falar no dia-a-dia ou defendem o uso da LOGOMARCA como neologismo.
Como eu tenho estudado agora eu percebo que cometia sem perceber uma redundância boba. Olha só:
O termo logomarca é junção do radical grego Lógos que significa: palavra (não a falada ou a escrita, pois esta é do grego “Lexiâ€), pronunciamento, conceito, idéia, verbalização + o germânico Marka que deriva do termo Signum, ou seja, significado. Olha a redundância aÃ: Logomarca nada mais é do que conceito do significado, ou significado do significado.
Logotipo
Analisando (odeio gerúndios) este termo podemos separar a palavra em Logo + Tipo. Já vimos que “Logo†vem de “Lógos†e significa o conceito, idéia ou significado de uma palavra. O “Tipo†vem do grego “Tipos†que em português significa tipo; figura; sinal; gênero; sÃmbolo. Tantas opções assim podem até complicar um pouco o meio de campo, mas nesse caso, Tipo significa sinal ou sÃmbolo, uma figura, um desenho. Exemplo: as vogais como “a†“e†“i†“o†“uâ€, são tipos (sÃmbolos gráficos) dos sons emitidos.
Dessa forma, LOGOTIPO é o sÃmbolo visÃvel de um conceito. Olha que bonito! Vou mais além com este exemplo real: Você vai até seu cliente e ele pede uma idéia, um conceito (logo) a ser empregado em sua empresa. Aà então você fica encarregado de fazer um sÃmbolo, um sinal (tipo) para o conceito empregado. Lembrando que este sÃmbolo pode ser somente um desenho, sem nenhuma letra, ou somente as letras do nome da empresa, utilizadas de forma que mostrem seu conceito. Ou ainda pode ser um desenho e o nome da empresa, juntos, mostrando o sÃmbolo gráfico de um conceito ou logotipo.
1 abr 2009
Pois é, me adminira um portal com renome dizer que Campo Grande é a capital do Mato Grosso. A educação não é boa? Ou os profissionais são medianos para manter os baixos salários? Voltarei a esse tema futuro, por agora, confiram neste link. Se já corrigiram clique no print acima.
Um abraço e até mais.
29 mar 2009

Com certeza você já ouviu falar em algum projeto que é excelente no papel. Ou uma reunião em que muitas idéias foram discutidas, muitas soluções de problemas foram encontradas, porém ninguém colocou em prática. É sobre isso que eu quero falar. Dificuldades em por em prática aquilo que está no papel e apontar possÃveis soluções.
Zona de conforto, eu acredito ser esta a expressão que mais combina, ou melhor, a possÃvel causa do problema de não se colocar em ação aquilo que foi planejado. O ser humano parece possuir um bloqueio para mudanças, principalmente se o estado atual for o mesmo durante um longo perÃodo.
Vou enfatizar aqui que todo planejamento é para mudar, pois acredito que ninguém se reúne e discute atitudes de continuar como tudo está. O mundo muda o tempo todo, então devemos mudar constantemente pelo menos para permanecer igual. O correto certamente é crescer sempre.
Então partindo desse princÃpio, vamos analisar uma situação hipotética.
Numa empresa X os gerentes de produção, compras e vendas se reúnem para definir uma mudança em um produto. Essa mudança reflete na estratégia de venda que implicará em nova abordagem e nova embalagem além de novas matérias-primas na constituição do produto.
Então a equipe de vendas deveria mudar o discurso para se adequar. A central de compras faria aquisição de novos insumos e talvez mudaria de fornecedores. A produção por sua vez também produziria o material já com a mudança que ficou definida.
Ao longo de 3 meses nada mudou. O produto continua igual, os vendedores vendem a mesma coisa e a central de compras continua comprando a mesma matéria-prima dos mesmos fornecedores.
Depois de verificar essa situação, o vice-presidente resolve conversar com os setores para entender o porquê das mudanças não terem sido implantadas.
Então vai até a produção e descobre que o produto não é produzido com as alterações de estrutura e embalagem. Porque a matéria-prima continua chegando a mesma e as embalagens iguais também. Então vai até o setor de compras e observa a aquisição das mesmas matérias-primas. Onde estão as novas embalagens e a nova matéria-prima? A resposta é que continuam vendendo o produto antigo, por isso não podem adquirir novos materiais pois precisam escoar os antigos. Por último o executivo vai até a equipe de vendas para saber o motivo do produto antigo ser vendido, sendo que foram feitas modificações no projeto e deveriam por em prática as novas ações. A resposta: ninguém avisou quando ia começar a valer essa nova regra.
Então o que aconteceu? Bem, todos se acomodaram e continuaram a fazer exatamente o que faziam antes pois ninguém tomou as novas atitudes planejadas na reunião com os gerentes. “Ninguém fez nada porque os outros nada fizeram.â€
O exemplo acima é extremamente fictÃcio, eu inventei apenas para exemplificar e explicar melhor o problema. Porém o problema não é fictÃcio, é bem real e acontece a todo momento em várias empresas e corporações.
Eu acredito na existência de possÃveis soluções para essa questão.
• Concentrar na execução das ações planejadas;
• Perder o medo de mudar, afinal se o estado atual não está bom, fatalmente para melhorar tem que mudar;
• Tudo que foi discutido e conversado, deve ser documentado e compartilhado com todos os envolvidos no processo ;
• Policiar, cobrar e avaliar a si mesmo e aos outros envolvidos para que a zona de conforto e a acomodação não ajam como vilões em detrimento das atitudes e ações para colocar em prática o planejamento.
Uma técnica ensinada pelos coaching empresariais é o FARM.
FOCO – AÇÃO – RESULTADO – MELHORIA CONTÃNUA
Sempre colocar em prática tudo que foi planejado, sempre buscar os resultados, sempre registrar os acertos e principalmente registrar os erros e buscar a melhoria contÃnua.
Esse post ficou bem extenso mas compensa o tempo sem novos posts né?
Um abraço e até mais.
18 jan 2009
Assisti a esse vÃdeo mostrando a história das coisas, o ciclo da maioria dos objetos que se encontram ao nosso redor.
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O vÃdeo original está neste link.
A página em português está neste link.
Muito interessante como somos treinados a consumir desde cedo. Nós publicitários temos um papel muito importante nesse processo mostrado no vÃdeo contribuindo para a perpetuação do processo.
Cabe a nós mudarmos a cultura disso tudo ou então vamos ruir junto com o sistema.
Um abraço e até mais.
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