19 mai 2009
Nasce aqui uma “seção plágio” pensada nos posts sobre as “cópias criativas” dos grandes publicitários (ou não). Começo com inacredidavelmente 05 “coincidências” sobre o mesmo assunto.
Diet Coke
Diet Pepsi
Orangina Ligth
Joya Light
Ãgua Viladrau
2 mai 2009

Tudo bem, já estou achando batido falar de crise, realmente. Só que depois de ver mais uma notÃcia sobre perdas, desvalorizações e parques de diversões dando prejuÃzo eu resolvi falar mais um pouquinho.
Minha idéia não é original, é baseada em várias tendências que vêm se formando. Quando uma crise chega, a primeira ação a ser tomada é reduzir custos. Quando uma empresa sabe que pode não receber o que está previsto e não ter crédito nos bancos, começa a reduzir custos para se proteger. As demissões em massa partem desse princÃpio.
Porém esse é o lado do pessimismo. O lado otimista dessa situação é que sempre existem oportunidades de negócio quando o objetivo é reduzir despesas. O principal caminho dessas oportunidades é a tecnologia.
Cito alguns exemplos bem conhecidos em suas áreas onde a tecnologia ajudou na redução de gastos:
• Telefonia – soluções de VoIP como o Skype transformam qualquer ligação de longa distância em custos de uma ligação local. E se for de Skype para Skype o custo disso é somente o plano de acesso a internet.
• Energia – painéis de energia solar para transformar a luz que é de graça em energia.
• Ãgua – caixas externas para captar a água da chuva e utilizá-las para lavar a varanda; tem também aquela válvula que bloqueia passagem de ar pelo hidrômetro, evitando que se pague pelo consumo de ar.
Quando uma empresa decide reduzir as despesas, uma porção de coisas entram em questão, pois muitos processos podem ser melhorados e gerenciados através de soluções tecnológicas.
Então, acredito que o setor de tecnologia será um dos mais beneficiados com essa crise. Empresas desse setor terão uma grande oportunidade de crescimento em meio a esse mar de pessimismo e medo.
Um abraço e até mais.
14 abr 2009

Ontem vi a nova vinheta de “plim-plim” da emissora Globo.
Eu não gostei.
Sou suspeito para dizer, pois como sou um pouco saudosista, previro aquele velho plim-plim como mostra a imagem acima. Esse novo me parece um pouco “era espacial” e um pouco forçado.
Abaixo coloquei o vÃdeo e espero comentários para as considerações.
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Um abraço e até mais.
1 abr 2009
Pois é… para colocar um pouco de lenha na fogueira do Enquanto Isso (ou pelo menos tentar) eu escrevo sobre este tema que já foi alvo de inúmeras conversas até mesmo aqui dentro da nossa maravilhosa empresa.
Esta foto acima foi retirada da capa de A Torre Negra, HQ muito bom de Stephen King, porém, e voltando ao assunto central, o fato é que ainda não possuÃmos uma padronização especÃfica para alguns termos no nosso meio, diferentemente de algumas profissões bem mais antigas onde nota-se uma definição clara sobre a utilização de certas terminologias (caramba… falei bonito agora)
É comum na faculdade escutarmos nossos professores falando e defendendo o uso de um termo X e quando chegamos ao mercado de trabalho encontramos grandes profissionais falando outra coisa.
Indo direto ao assunto: É correto falar logomarca? Ou seria logotipo? Hum? Por que existe polêmica nesse assunto?
Então eu pesquisei um pouco nos livros e na internet para poder formar melhor a minha opinião e tentar esclarecer você leitor sobre o ponto de vista analÃtico de alguns termos e etimologia para ver se existe o chamado neologismo (criação de um nome novo para alguma coisa, ou um novo significado para um nome velho) aceitável ou apenas vÃcios de linguagem.
Logomarca
Seu termo tem sido difundido e muito, porém alvejado de crÃticas. Quando eu era mais novo eu defendia o uso de logomarca me baseando na idéia de que o logotipo seria a parte escrita da marca, a tipografia empregada que a identifica. Logomarca então seria um sÃmbolo ou representação gráfica utilizada em uma marca. Simples né?
Existem também os que apóiam este termo por outros dois motivos: ou já estão acostumados a falar no dia-a-dia ou defendem o uso da LOGOMARCA como neologismo.
Como eu tenho estudado agora eu percebo que cometia sem perceber uma redundância boba. Olha só:
O termo logomarca é junção do radical grego Lógos que significa: palavra (não a falada ou a escrita, pois esta é do grego “Lexiâ€), pronunciamento, conceito, idéia, verbalização + o germânico Marka que deriva do termo Signum, ou seja, significado. Olha a redundância aÃ: Logomarca nada mais é do que conceito do significado, ou significado do significado.
Logotipo
Analisando (odeio gerúndios) este termo podemos separar a palavra em Logo + Tipo. Já vimos que “Logo†vem de “Lógos†e significa o conceito, idéia ou significado de uma palavra. O “Tipo†vem do grego “Tipos†que em português significa tipo; figura; sinal; gênero; sÃmbolo. Tantas opções assim podem até complicar um pouco o meio de campo, mas nesse caso, Tipo significa sinal ou sÃmbolo, uma figura, um desenho. Exemplo: as vogais como “a†“e†“i†“o†“uâ€, são tipos (sÃmbolos gráficos) dos sons emitidos.
Dessa forma, LOGOTIPO é o sÃmbolo visÃvel de um conceito. Olha que bonito! Vou mais além com este exemplo real: Você vai até seu cliente e ele pede uma idéia, um conceito (logo) a ser empregado em sua empresa. Aà então você fica encarregado de fazer um sÃmbolo, um sinal (tipo) para o conceito empregado. Lembrando que este sÃmbolo pode ser somente um desenho, sem nenhuma letra, ou somente as letras do nome da empresa, utilizadas de forma que mostrem seu conceito. Ou ainda pode ser um desenho e o nome da empresa, juntos, mostrando o sÃmbolo gráfico de um conceito ou logotipo.
1 abr 2009
Pois é, me adminira um portal com renome dizer que Campo Grande é a capital do Mato Grosso. A educação não é boa? Ou os profissionais são medianos para manter os baixos salários? Voltarei a esse tema futuro, por agora, confiram neste link. Se já corrigiram clique no print acima.
Um abraço e até mais.
29 mar 2009

Com certeza você já ouviu falar em algum projeto que é excelente no papel. Ou uma reunião em que muitas idéias foram discutidas, muitas soluções de problemas foram encontradas, porém ninguém colocou em prática. É sobre isso que eu quero falar. Dificuldades em por em prática aquilo que está no papel e apontar possÃveis soluções.
Zona de conforto, eu acredito ser esta a expressão que mais combina, ou melhor, a possÃvel causa do problema de não se colocar em ação aquilo que foi planejado. O ser humano parece possuir um bloqueio para mudanças, principalmente se o estado atual for o mesmo durante um longo perÃodo.
Vou enfatizar aqui que todo planejamento é para mudar, pois acredito que ninguém se reúne e discute atitudes de continuar como tudo está. O mundo muda o tempo todo, então devemos mudar constantemente pelo menos para permanecer igual. O correto certamente é crescer sempre.
Então partindo desse princÃpio, vamos analisar uma situação hipotética.
Numa empresa X os gerentes de produção, compras e vendas se reúnem para definir uma mudança em um produto. Essa mudança reflete na estratégia de venda que implicará em nova abordagem e nova embalagem além de novas matérias-primas na constituição do produto.
Então a equipe de vendas deveria mudar o discurso para se adequar. A central de compras faria aquisição de novos insumos e talvez mudaria de fornecedores. A produção por sua vez também produziria o material já com a mudança que ficou definida.
Ao longo de 3 meses nada mudou. O produto continua igual, os vendedores vendem a mesma coisa e a central de compras continua comprando a mesma matéria-prima dos mesmos fornecedores.
Depois de verificar essa situação, o vice-presidente resolve conversar com os setores para entender o porquê das mudanças não terem sido implantadas.
Então vai até a produção e descobre que o produto não é produzido com as alterações de estrutura e embalagem. Porque a matéria-prima continua chegando a mesma e as embalagens iguais também. Então vai até o setor de compras e observa a aquisição das mesmas matérias-primas. Onde estão as novas embalagens e a nova matéria-prima? A resposta é que continuam vendendo o produto antigo, por isso não podem adquirir novos materiais pois precisam escoar os antigos. Por último o executivo vai até a equipe de vendas para saber o motivo do produto antigo ser vendido, sendo que foram feitas modificações no projeto e deveriam por em prática as novas ações. A resposta: ninguém avisou quando ia começar a valer essa nova regra.
Então o que aconteceu? Bem, todos se acomodaram e continuaram a fazer exatamente o que faziam antes pois ninguém tomou as novas atitudes planejadas na reunião com os gerentes. “Ninguém fez nada porque os outros nada fizeram.â€
O exemplo acima é extremamente fictÃcio, eu inventei apenas para exemplificar e explicar melhor o problema. Porém o problema não é fictÃcio, é bem real e acontece a todo momento em várias empresas e corporações.
Eu acredito na existência de possÃveis soluções para essa questão.
• Concentrar na execução das ações planejadas;
• Perder o medo de mudar, afinal se o estado atual não está bom, fatalmente para melhorar tem que mudar;
• Tudo que foi discutido e conversado, deve ser documentado e compartilhado com todos os envolvidos no processo ;
• Policiar, cobrar e avaliar a si mesmo e aos outros envolvidos para que a zona de conforto e a acomodação não ajam como vilões em detrimento das atitudes e ações para colocar em prática o planejamento.
Uma técnica ensinada pelos coaching empresariais é o FARM.
FOCO – AÇÃO – RESULTADO – MELHORIA CONTÃNUA
Sempre colocar em prática tudo que foi planejado, sempre buscar os resultados, sempre registrar os acertos e principalmente registrar os erros e buscar a melhoria contÃnua.
Esse post ficou bem extenso mas compensa o tempo sem novos posts né?
Um abraço e até mais.
18 jan 2009
Assisti a esse vÃdeo mostrando a história das coisas, o ciclo da maioria dos objetos que se encontram ao nosso redor.
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O vÃdeo original está neste link.
A página em português está neste link.
Muito interessante como somos treinados a consumir desde cedo. Nós publicitários temos um papel muito importante nesse processo mostrado no vÃdeo contribuindo para a perpetuação do processo.
Cabe a nós mudarmos a cultura disso tudo ou então vamos ruir junto com o sistema.
Um abraço e até mais.
15 dez 2008
Este não é um post pago hehehehe e sim uma dica muito importante para quem controla as finanças pessoais. Quando iniciamos nossa vida profissional e começamos a ganhar o próprio dinheiro é importante ter o total controle de onde está vindo e para onde está indo o “cascaioâ€.
Até o ano passado eu usava uma tabela do Excel para fazer isso e me atendia perfeitamente. O modelo está disponÃvel aqui. Porém recentemente senti falta de relatórios, de unificar todos os meses, pois cada mês fazia um arquivo e também de acessar de qualquer lugar. Então precisava mudar.
Comecei pesquisar na internet e encontrei 2 ferramentas: Contaouro e Financeironet e decidi testá-las. Ambas são boas mas ainda fiquei sentindo falta de outras funcionalidades, até que meu sócio Marcus VinÃcius me apresentou o Buxfer e foi a que melhor atendeu à s minhas expectativas.
Em resumo o sistema permite cadastro de contas, agenda de lembretes, montar orçamento, emite relatórios e gráficos e o melhor é tudo via web. Pode ser acessado de qualquer lugar, isso é Web 2.0.
Bom fica aà a dica, não percam o controle de suas finanças.
Um abraço e até mais.
3 dez 2008

Esse post poderia se chamar também “Post metalingüÃsticoâ€, pois se trata de um post para falar sobre escrever posts. Explico.
Semanalmente me incentivo a escrever algo no blog, porém é uma tarefa complicada. Às vezes não falta tempo para escrever e sim uma idéia bacana para colocar no papel (ou na tela) e compartilhar com as pessoas. Então tenho que pensar em assuntos para o próximo post e quando não vem algo em mente bate aquele vazio.
Nada mais interessante do que falar justamente sobre a falta de assunto. Ora se não vem uma idéia em mente, essa é a idéia, a falta de idéias. Esse é o assunto.
Escrever em um blog é algo que deva se assemelhar a publicar um conto ou crônica semanalmente em um jornal. Acredito que os grandes cronistas semanais devam sentir um vazio de vez em quando e acabam por recorrerem à técnica quando lhes falta a idéia.
Por fim acredito que isso não seja freqüente, os assuntos que vão surgir serão sempre os mais variados. Senão vou ficar falando sempre de como é a arte de escrever e nem sempre ter o que escrever e dar voltas e enrolar a todos. Hehehe.
Um abraço e até mais.
24 nov 2008
Essa história é antiga, mas ainda persiste no mercado. Direto do Publiloucos.
O estudante
Pensa que uma faculdade irá garantir um emprego e permanece três/quatro/cinco anos freqüentando um curso de comunicação. No decorrer não estuda o quanto deveria ou gostaria e mesmo com o diploma na mão, fica para trás de muitos outros profissionais sem diploma.
A faculdade
O ambiente onde a cultura é exalada pelas rosas, ou melhor, deveria. Muitas vezes a faculdade não estimula o estudante de maneira correta, não possui um curso de acordo com a atualidade e não possui profissionais adequados à realidade do mercado.
O Mercado
O profissional depois de formado encontra um mercado totalmente às avessas do que lhe fora apresentado na faculdade. Grandes empresas, vorazes por novos clientes destroem o que encontram pela frente e pequenas empresas sedentas por algum cliente se vendem por alguns trocados.
Entrando no Mercado
O primeiro passo é ter coragem. Depois disso o profissional recém-formado tenta se encaixar em alguma empresa grande e por não ter tido uma formação adequada não consegue. Então, o profissional tenta se alocar em alguma empresa média e não consegue por não ter se atualizado. Dessa maneira o profissional tenta desesperadamente entrar em qualquer pequena empresa, mesmo que não seja da sua área e consegue! Consegue emprego em uma micro-empresa de comunicação, uma agenciazinha. Lá trabalha doze horas por dia e mal consegue contar o dinheiro no final do mês, que vai quase todo para o empréstimo do banco.
A Vida Particular
Com quase 24 anos o profissional não agüenta mais morar com os pais, não possui dinheiro, não possui nada. O que resta é sua cama e o livro que ganhou na faculdade: Publicidade de A a Z.
A Vida Amorosa
Não tem. O sexo oposto é coisa supérflua, pois nessa fase o essencial é conseguir fazer as coisas básicas da pirâmide de Maslow: almoçar, dormir e talvez jantar o que sobrou do almoço.
A Idéia
“Como não pensei nisso antes?†– Este é o termo utilizado pela maioria dos profissionais recém-formados. A idéia maravilhosa nada mais é do que ter a própria agência de comunicação.
A agência do recém-formado
Tentando lembrar de qual cor era uma nota de dez o profissional recém-formado lembra outra coisa: para abrir uma agência tem que ter dinheiro. Mas logo se lembra que muitas outras agências são ilegais também e deixa isso para lá.
Como nome da agência, escolhe: DuailÃbiliu – União do D da DPZ com o W da W Brasil. Como o mais importante em uma agência já tinha sido realizado, o profissional recém-formado sai em busca do primeiro cliente.
O Primeiro Cliente
O profissional recém-formado tentava lembrar quais eram os quatro P’s da aula de marketing, mas só se lembrava dos quatro R’s da seleção brasileira de 2002: Romário, Ronaldo, Ronaldinho e Rivaldo.
E isso o faz lembrar de uma escolinha de futebol que tinha perto de casa, então segue para lá em busca da sua primeira prospecção.
Profissional Recém-Formado: Olá, eu sou o profissional recém-formado.
Dono da Escolinha de Futebol: Olá.
PRF: Que horas são? Ah, a propósito, você trabalha com agência de publicidade?
DDEDF: Não, trabalho com esportes, tenho essa escolinha de futebol.
PRF: Ah, o que quero dizer é se você é cliente.
DDEDF: Sim, possuo vários fornecedores…
PRF: Não, o que quero saber é se você precisa de uma agência de comunicação.
DDEDF: Ah bom. Não, nem preciso.
PRF: Oras, por que?
DDEDF: Só mês responda, como você chegou até aqui?
PRF: Ah, vi num panfleto e…
DDEDF: Então, quem fez foi o cara da gráfica, criou, produziu e refilou.
PRF: Ah, mas deve ter cobrado os olhos da cara.
DDEDF: Não, cobrou só R$40 o milheiro.
PRF: Hum, mas o senhor sabe que isso é errado. De acordo com o CENP, criar é uma tarefa da agência de publicidade!
DDEDF: Eu sei, mas é que se eu tiver uma agência tudo fica mais caro em 20%, tal do BV.
PRF: Boca Virgem?
DDEDF: Deve ser…
PRF: Mas o meu trabalho é melhor, manjo Page Maker.
DDEDF: Não obrigado, eles fizeram em Adobe Ilustrator.
PRF: Mas, mas eu faço mais rápido.
DDEDF: Ah, duvido. Mandei a logo que minha filha fez e no dia seguinte estava pronto o panfleto.
PRF: Mas, mas, mas eu cobro mais barato.
DDEDF: Feito! Quanto?
PRF: Cobro R$39,00.
DDEDF: Ah não. Deixa como está.
PRF: Ta bom, é que gostei do senhor, cobrarei R$25,00: briefing, centro de inteligência, planejamento, criação e produção.
DDEDF: Ah, mas quem vai refilar os panfletos?
PRF: Tá bom, eu refilo.
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