23 anos em 7 segundos

Eu sou flamenguista e me orgulho muito disso, mas independente do time de coração, ou modalidade favorita de esporte de cada um, é interessante ver que este mesmo esporte consegue mobilizar multidões.

O vídeo abaixo é o trailer do filme “23 Anos em 7 Segundos”, de Di Moretti e Julio Xavier. Um documentário sobre o momento histórico do time com a “segunda maior torcida” do nosso Brasil (bom a primeira maior torcida não preciso dizer de quem é). O ponto alto do trailer mostra o saudosismo de um tempo em que a paixão pelo clube, pela camisa, pesavam muito mais do que os atos de violência ou cifras milhonárias que vemos hoje.

Como aqui na empresa, nós diretores somos em quatro e desses, dois são corintianos. Fica aí a minha homenagem.

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Mórbidas semelhanças

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La maison en petits cubes

Esse curta foi o grande papa-tudo de 2009. Premiado em Annecy | o maior festival de animação do mundo | premiado no último Anima Mundi e vencedor do Oscar nessa categoria.

A animação é uma obra-prima japonesa (Kunio Kato) 2D, fugindo um pouco do formato 3D adotado ultimamente e da estética de “Anime”.

Trata-se de uma belíssima poesia sobre o nosso planeta submergindo aos poucos enquanto um velhinho vai construindo uma nova casa em cima da casa anterior para não ficar embaixo d´água. Para não ter que se desfazer de um item estimado ele literalmente dá um mergulho nas lembranças de sua vida.

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Esqueça. O gosto dos homens nunca vai mudar

Para quem não conhece, o Fit Light – porduto da marca Itambé – é “uma espécie de versão do iogurte com Polpa de Frutas tradicional” e visa atender o público que procura mais saúde no momento da alimentação. Possui 0% de gordura e 62% menos calorias, além de ser enriquecido com cálcio.

A empresa ousou e muito ao lançar essa campanha: “Esqueça. O gosto dos homens nunca vai mudar.” O resultado foi muita dor de cabeça para os atendentes da empresa, muitas críticas para a agência de publicidade responsável e por fim a retirada de todos estes anúncios de circulação.

Não quero ser tendencioso, até mesmo porque eu entendo os dois lados desta moeda, por isso tirem suas próprias conclusões.

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Você é hands on?

Cito abaixo um texto de Max Gehringer, colunista da Revista EXAME. O assunto não é novo, mas vale muito a pena conferir.

Vi um anúncio de emprego. A vaga era de Gestor de Atendimento Interno, nome que agora se dá à Seção de Serviços Gerais. E a empresa exigia que os interessados possuíssem – sem contar a formação superior – liderança, criatividade, energia, ambição, conhecimentos de informática, fluência em inglês e não bastasse tudo isso, ainda fossem HANDS ON. Para o felizardo que conseguisse convencer o entrevistador de que possuía essa variada gama de habilidades, o salário era um assombro: 800 reais. Ou seja, um pitico.

Não que esse fosse algum exemplo fora da realidade. Ao contrário, é quase o paradigma dos anúncios de emprego. A abundância de candidatos permite que as empresas levantem cada vez mais a altura da barra que o postulante terá de saltar para ser admitido.

E muitos, de fato, saltam. E se empolgam. E aí vêm as agruras da super-qualificação, que é uma espécie do lado avesso do efeito pitico…

Vamos supor que, após uma duríssima competição com outros candidatos tão bem preparados quanto ela, a Fabiana conseguisse ser admitida como gestora de atendimento interno… E um de seus primeiros clientes fosse o seu Borges, Gerente da Contabilidade.

Seu Borges: — Fabiana, eu quero três cópias deste relatório.
Fabiana: — In a hurry!
Seu Borges: — Saúde.
Fabiana: — Não, Seu Borges, isso quer dizer “bem rapidinhoâ€. É que eu tenho fluência em inglês. Aliás, desculpe perguntar, mas por que a empresa exige fluência em inglês se aqui só se fala português?
Seu Borges: — E eu sei lá? Dá para você tirar logo as cópias?
Fabiana: — O senhor não prefere que eu digitalize o relatório? Porque eu tenho profundos conhecimentos de informática.
Seu Borges: — Não, não.. Cópias normais mesmo.
Fabiana: — Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha criatividade. Eu já comecei a desenvolver um projeto pessoal visando eliminar 30% das cópias que tiramos.
Seu Borges: — Fabiana, desse jeito não vai dar!
Fabiana: — E eu não sei? Preciso urgentemente de uma auxiliar.
Seu Borges: — Como assim?
Fabiana: — É que eu sou líder, e não tenho ninguém para liderar. E considero isso um desperdício do meu potencial energético.
Seu Borges: — Olha, neste momento, eu só preciso das três cópias.
Fabiana: — Com certeza. Mas antes vamos discutir meu futuro…
Seu Borges: — Futuro? Que futuro?
Fabiana: — É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou aqui e ainda não aconteceu nada.
Seu Borges: — Fabiana, eu estou aqui há 18 anos e também não me aconteceu nada!
Fabiana: — Sei. Mas o senhor é hands on?
Seu Borges: — Hã?
Fabiana: — Hands on….Mão na massa.
Seu Borges: — Claro que sou!
Fabiana: — Então o senhor mesmo tira as cópias. E agora com licença que eu vou sair por aí explorando minhas potencialidades. Foi o que me prometeram quando eu fui contratada.

Então, o mercado de trabalho está ficando dividido em duas facções:
1 – Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas porque não têm as qualificações requeridas.
2 – E o outro grupo, pequeno, mas crescente, é o dos que são admitidos porque possuem todas as competências exigidas nos anúncios, mas não poderão usar nem metade delas, porque, no fundo, a função não precisava delas.

Alguém ponderará – com justa razão – que a empresa está de olho no longo prazo: sendo portador de tantos talentos, o funcionário poderá ir sendo preparado para assumir responsabilidades cada vez maiores.

Em uma empresa em que trabalhei, nós caímos nessa armadilha. Admitimos um montão de gente superqualificada. E as conversas ficaram de tão alto nível que um visitante desavisado confundiria nossa salinha do café com a Fundação Alfred Nobel.

Pessoas superqualificadas não resolvem simples problemas! Um dia um grupo de marketing e finanças foi visitar uma de nossas fábricas e no meio da estrada, a van da empresa pifou. Como isso foi antes do advento do milagre do celular, o jeito era confiar no especialista, o Cleto, motorista da van. E aí todos descobriram que o Cleto falava inglês, tinha informática e energia e criatividade e estava fazendo pós-graduação… só que não sabia nem abrir o capô.

Duas horas depois, quando o pessoal ainda estava tentando destrinchar o manual do proprietário, passou um sujeito de bicicleta. Para horror de todos, ele falava “nóis vai†e coisas do gênero. Mas, em 2 minutos, para espanto geral, botou a van para funcionar. Deram-lhe uns trocados, e ele foi embora feliz da vida.

- Aquele ciclista anônimo era o protótipo do funcionário para quem as Empresas modernas torcem o nariz: O QUE É CAPAZ DE RESOLVER, MAS NÃO DE IMPRESSIONAR.

Relação Cliente Fornecedor no mundo real

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Mulheres vs. Homens (na hora do banho)

O meu intuito não é transformar este blog corporativo em um espaço chulo, porém esse vídeo merece ser publicado…

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Entre a cruz e a espada

“Estamos entre a cruz e a espadaâ€, diz o professor José Luís Oreiro, professor de economia da Universidade de Brasília. Se a taxa de juros não baixar, a temida inflação, o monstro que alguns de nossos pais têm pesadelos só de lembrar, poderá voltar, e com ela a recessão.
Agora alguém me responda, o Brasil não estava se saindo bem em relação à crise mundial? Estamos tão bem que a tal cruz e a espada voltou. É curioso ver que quando se trata de economia, a virada da maré sempre é brusca, ela nunca acontece com aviso prévio.
A corrupção da década de 80 e o plano cruzado nos deixaram várias heranças: títulos de dividas públicas furados, indexadores econômicos que não funcionam na prática, enfim, vamos remediar novamente a situação para a vaca não ir para o brejo.
E é espantoso ver como a conversa sempre muda de foco, até a pouco tempo, as notícias falavam que a mudança seria para poder tributar poupanças acima de 50 mil reais de rendimento, agora a mudança é para conter a inflação e a recessão!
No final das contas, selic, títulos públicos e LTFs são artimanhas desse nosso sistema financeiro para manter-nos eternos escravos de juros. Toda a educação que você teve em sua vida foi para te transformar em um trabalhador para pagar juros e custear esse sistema de consumo onde a escassez é seu maior produto.
Reclamar não é vergonha minha gente, vergonha é viver dessa maneira, mesmo depois de 100 anos da falsa libertação dos escravos…

Mórbidas semelhanças

Nasce aqui uma “seção plágio” pensada nos posts sobre as “cópias criativas” dos grandes publicitários (ou não). Começo com inacredidavelmente 05 “coincidências” sobre o mesmo assunto.

Diet Coke

Diet Pepsi

Orangina Ligth

Joya Light

Ãgua Viladrau

Crise, mais um pouco de divagações

Tudo bem, já estou achando batido falar de crise, realmente. Só que depois de ver mais uma notícia sobre perdas, desvalorizações e parques de diversões dando prejuízo eu resolvi falar mais um pouquinho.

Minha idéia não é original, é baseada em várias tendências que vêm se formando. Quando uma crise chega, a primeira ação a ser tomada é reduzir custos. Quando uma empresa sabe que pode não receber o que está previsto e não ter crédito nos bancos, começa a reduzir custos para se proteger. As demissões em massa partem desse princípio.

Porém esse é o lado do pessimismo. O lado otimista dessa situação é que sempre existem oportunidades de negócio quando o objetivo é reduzir despesas. O principal caminho dessas oportunidades é a tecnologia.

Cito alguns exemplos bem conhecidos em suas áreas onde a tecnologia ajudou na redução de gastos:

• Telefonia – soluções de VoIP como o Skype transformam qualquer ligação de longa distância em custos de uma ligação local. E se for de Skype para Skype o custo disso é somente o plano de acesso a internet.

• Energia – painéis de energia solar para transformar a luz que é de graça em energia.

• Ãgua – caixas externas para captar a água da chuva e utilizá-las para lavar a varanda; tem também aquela válvula que bloqueia passagem de ar pelo hidrômetro, evitando que se pague pelo consumo de ar.

Quando uma empresa decide reduzir as despesas, uma porção de coisas entram em questão, pois muitos processos podem ser melhorados e gerenciados através de soluções tecnológicas.

Então, acredito que o setor de tecnologia será um dos mais beneficiados com essa crise. Empresas desse setor terão uma grande oportunidade de crescimento em meio a esse mar de pessimismo e medo.

Um abraço e até mais.

Internet, tecnologia, informação, publicidade e algumas novidades. Essa é a proposta do "Enquanto Isso", o blog corporativo da Tag3. Um espaço atualizado e muito interessante para que você se sinta a vontade e sempre que quiser, enviar um comentário.
Seja bem-vindo!

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