Arquivo para ‘Humor’ Categoria

A história do mundo desenhada em um caderno

Vi esse vídeo inicialmente no Charges porém depois em outros site na internet.

A animação é fantástica, feita nas orelhas de um caderno, desenhada a mão, frame-by-frame. Isso é uma produção que também afirma ou reafirma que A Ferramenta não faz o Processo.

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Excelente parabéns ao criador.

Um abraço e até mais.

Potter Puppet Pals

Esta dica é de um site com pequenos vídeos feitos com fantoches satirizando o personagem Harry Potter.

Vale a pena, separei um abaixo.

O site é este aqui, tem outros vídeos lá e no Youtube também.

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Um abraço e até mais.

Esqueça. O gosto dos homens nunca vai mudar

Para quem não conhece, o Fit Light – porduto da marca Itambé – é “uma espécie de versão do iogurte com Polpa de Frutas tradicional” e visa atender o público que procura mais saúde no momento da alimentação. Possui 0% de gordura e 62% menos calorias, além de ser enriquecido com cálcio.

A empresa ousou e muito ao lançar essa campanha: “Esqueça. O gosto dos homens nunca vai mudar.” O resultado foi muita dor de cabeça para os atendentes da empresa, muitas críticas para a agência de publicidade responsável e por fim a retirada de todos estes anúncios de circulação.

Não quero ser tendencioso, até mesmo porque eu entendo os dois lados desta moeda, por isso tirem suas próprias conclusões.

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Você é hands on?

Cito abaixo um texto de Max Gehringer, colunista da Revista EXAME. O assunto não é novo, mas vale muito a pena conferir.

Vi um anúncio de emprego. A vaga era de Gestor de Atendimento Interno, nome que agora se dá à Seção de Serviços Gerais. E a empresa exigia que os interessados possuíssem – sem contar a formação superior – liderança, criatividade, energia, ambição, conhecimentos de informática, fluência em inglês e não bastasse tudo isso, ainda fossem HANDS ON. Para o felizardo que conseguisse convencer o entrevistador de que possuía essa variada gama de habilidades, o salário era um assombro: 800 reais. Ou seja, um pitico.

Não que esse fosse algum exemplo fora da realidade. Ao contrário, é quase o paradigma dos anúncios de emprego. A abundância de candidatos permite que as empresas levantem cada vez mais a altura da barra que o postulante terá de saltar para ser admitido.

E muitos, de fato, saltam. E se empolgam. E aí vêm as agruras da super-qualificação, que é uma espécie do lado avesso do efeito pitico…

Vamos supor que, após uma duríssima competição com outros candidatos tão bem preparados quanto ela, a Fabiana conseguisse ser admitida como gestora de atendimento interno… E um de seus primeiros clientes fosse o seu Borges, Gerente da Contabilidade.

Seu Borges: — Fabiana, eu quero três cópias deste relatório.
Fabiana: — In a hurry!
Seu Borges: — Saúde.
Fabiana: — Não, Seu Borges, isso quer dizer “bem rapidinho”. É que eu tenho fluência em inglês. Aliás, desculpe perguntar, mas por que a empresa exige fluência em inglês se aqui só se fala português?
Seu Borges: — E eu sei lá? Dá para você tirar logo as cópias?
Fabiana: — O senhor não prefere que eu digitalize o relatório? Porque eu tenho profundos conhecimentos de informática.
Seu Borges: — Não, não.. Cópias normais mesmo.
Fabiana: — Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha criatividade. Eu já comecei a desenvolver um projeto pessoal visando eliminar 30% das cópias que tiramos.
Seu Borges: — Fabiana, desse jeito não vai dar!
Fabiana: — E eu não sei? Preciso urgentemente de uma auxiliar.
Seu Borges: — Como assim?
Fabiana: — É que eu sou líder, e não tenho ninguém para liderar. E considero isso um desperdício do meu potencial energético.
Seu Borges: — Olha, neste momento, eu só preciso das três cópias.
Fabiana: — Com certeza. Mas antes vamos discutir meu futuro…
Seu Borges: — Futuro? Que futuro?
Fabiana: — É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou aqui e ainda não aconteceu nada.
Seu Borges: — Fabiana, eu estou aqui há 18 anos e também não me aconteceu nada!
Fabiana: — Sei. Mas o senhor é hands on?
Seu Borges: — Hã?
Fabiana: — Hands on….Mão na massa.
Seu Borges: — Claro que sou!
Fabiana: — Então o senhor mesmo tira as cópias. E agora com licença que eu vou sair por aí explorando minhas potencialidades. Foi o que me prometeram quando eu fui contratada.

Então, o mercado de trabalho está ficando dividido em duas facções:
1 – Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas porque não têm as qualificações requeridas.
2 – E o outro grupo, pequeno, mas crescente, é o dos que são admitidos porque possuem todas as competências exigidas nos anúncios, mas não poderão usar nem metade delas, porque, no fundo, a função não precisava delas.

Alguém ponderará – com justa razão – que a empresa está de olho no longo prazo: sendo portador de tantos talentos, o funcionário poderá ir sendo preparado para assumir responsabilidades cada vez maiores.

Em uma empresa em que trabalhei, nós caímos nessa armadilha. Admitimos um montão de gente superqualificada. E as conversas ficaram de tão alto nível que um visitante desavisado confundiria nossa salinha do café com a Fundação Alfred Nobel.

Pessoas superqualificadas não resolvem simples problemas! Um dia um grupo de marketing e finanças foi visitar uma de nossas fábricas e no meio da estrada, a van da empresa pifou. Como isso foi antes do advento do milagre do celular, o jeito era confiar no especialista, o Cleto, motorista da van. E aí todos descobriram que o Cleto falava inglês, tinha informática e energia e criatividade e estava fazendo pós-graduação… só que não sabia nem abrir o capô.

Duas horas depois, quando o pessoal ainda estava tentando destrinchar o manual do proprietário, passou um sujeito de bicicleta. Para horror de todos, ele falava “nóis vai” e coisas do gênero. Mas, em 2 minutos, para espanto geral, botou a van para funcionar. Deram-lhe uns trocados, e ele foi embora feliz da vida.

- Aquele ciclista anônimo era o protótipo do funcionário para quem as Empresas modernas torcem o nariz: O QUE É CAPAZ DE RESOLVER, MAS NÃO DE IMPRESSIONAR.

Relação Cliente Fornecedor no mundo real

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Mulheres vs. Homens (na hora do banho)

O meu intuito não é transformar este blog corporativo em um espaço chulo, porém esse vídeo merece ser publicado…

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O Publicitário que nunca ‘publicitou’.

Essa história é antiga, mas ainda persiste no mercado. Direto do Publiloucos.

O estudante
Pensa que uma faculdade irá garantir um emprego e permanece três/quatro/cinco anos freqüentando um curso de comunicação. No decorrer não estuda o quanto deveria ou gostaria e mesmo com o diploma na mão, fica para trás de muitos outros profissionais sem diploma.

A faculdade
O ambiente onde a cultura é exalada pelas rosas, ou melhor, deveria. Muitas vezes a faculdade não estimula o estudante de maneira correta, não possui um curso de acordo com a atualidade e não possui profissionais adequados à realidade do mercado.

O Mercado
O profissional depois de formado encontra um mercado totalmente às avessas do que lhe fora apresentado na faculdade. Grandes empresas, vorazes por novos clientes destroem o que encontram pela frente e pequenas empresas sedentas por algum cliente se vendem por alguns trocados.

Entrando no Mercado
O primeiro passo é ter coragem. Depois disso o profissional recém-formado tenta se encaixar em alguma empresa grande e por não ter tido uma formação adequada não consegue. Então, o profissional tenta se alocar em alguma empresa média e não consegue por não ter se atualizado. Dessa maneira o profissional tenta desesperadamente entrar em qualquer pequena empresa, mesmo que não seja da sua área e consegue! Consegue emprego em uma micro-empresa de comunicação, uma agenciazinha. Lá trabalha doze horas por dia e mal consegue contar o dinheiro no final do mês, que vai quase todo para o empréstimo do banco.

A Vida Particular
Com quase 24 anos o profissional não agüenta mais morar com os pais, não possui dinheiro, não possui nada. O que resta é sua cama e o livro que ganhou na faculdade: Publicidade de A a Z.

A Vida Amorosa
Não tem. O sexo oposto é coisa supérflua, pois nessa fase o essencial é conseguir fazer as coisas básicas da pirâmide de Maslow: almoçar, dormir e talvez jantar o que sobrou do almoço.

A Idéia
“Como não pensei nisso antes?” – Este é o termo utilizado pela maioria dos profissionais recém-formados. A idéia maravilhosa nada mais é do que ter a própria agência de comunicação.

A agência do recém-formado
Tentando lembrar de qual cor era uma nota de dez o profissional recém-formado lembra outra coisa: para abrir uma agência tem que ter dinheiro. Mas logo se lembra que muitas outras agências são ilegais também e deixa isso para lá.
Como nome da agência, escolhe: Duailíbiliu – União do D da DPZ com o W da W Brasil. Como o mais importante em uma agência já tinha sido realizado, o profissional recém-formado sai em busca do primeiro cliente.

O Primeiro Cliente
O profissional recém-formado tentava lembrar quais eram os quatro P’s da aula de marketing, mas só se lembrava dos quatro R’s da seleção brasileira de 2002: Romário, Ronaldo, Ronaldinho e Rivaldo.
E isso o faz lembrar de uma escolinha de futebol que tinha perto de casa, então segue para lá em busca da sua primeira prospecção.

Profissional Recém-Formado: Olá, eu sou o profissional recém-formado.
Dono da Escolinha de Futebol: Olá.
PRF: Que horas são? Ah, a propósito, você trabalha com agência de publicidade?
DDEDF: Não, trabalho com esportes, tenho essa escolinha de futebol.
PRF: Ah, o que quero dizer é se você é cliente.
DDEDF: Sim, possuo vários fornecedores…
PRF: Não, o que quero saber é se você precisa de uma agência de comunicação.
DDEDF: Ah bom. Não, nem preciso.
PRF: Oras, por que?
DDEDF: Só mês responda, como você chegou até aqui?
PRF: Ah, vi num panfleto e…
DDEDF: Então, quem fez foi o cara da gráfica, criou, produziu e refilou.
PRF: Ah, mas deve ter cobrado os olhos da cara.
DDEDF: Não, cobrou só R$40 o milheiro.
PRF: Hum, mas o senhor sabe que isso é errado. De acordo com o CENP, criar é uma tarefa da agência de publicidade!
DDEDF: Eu sei, mas é que se eu tiver uma agência tudo fica mais caro em 20%, tal do BV.
PRF: Boca Virgem?
DDEDF: Deve ser…
PRF: Mas o meu trabalho é melhor, manjo Page Maker.
DDEDF: Não obrigado, eles fizeram em Adobe Ilustrator.
PRF: Mas, mas eu faço mais rápido.
DDEDF: Ah, duvido. Mandei a logo que minha filha fez e no dia seguinte estava pronto o panfleto.
PRF: Mas, mas, mas eu cobro mais barato.
DDEDF: Feito! Quanto?
PRF: Cobro R$39,00.
DDEDF: Ah não. Deixa como está.
PRF: Ta bom, é que gostei do senhor, cobrarei R$25,00: briefing, centro de inteligência, planejamento, criação e produção.
DDEDF: Ah, mas quem vai refilar os panfletos?
PRF: Tá bom, eu refilo.

Moeda de 1 Raul

Essa eu vi no Charges e achei muito engraçado. É um trocadilho real. E também uma homenagem a esse mito da música brasileira.

Um abraço e até mais.

  • 1 Comentário
  • Categoria: Humor
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