24 fev
Eu vi esse vÃdeo há um tempo já. É uma produção fantástica feita com peças de lego, toda em stop-motion, mostrando uma viagem pelos jogos de vÃdeo game de 8 bits. O que eu achei mais impressionante foi a utilização das peças para simular um efeito 3D nas imagens que originalmente são 2D. Aos produtores meus parabéns.
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O vÃdeo em HD pode ser assistido neste link do Youtube.
Um abraço e até mais.
13 fev
Vi esse vÃdeo inicialmente no Charges porém depois em outros site na internet.
A animação é fantástica, feita nas orelhas de um caderno, desenhada a mão, frame-by-frame. Isso é uma produção que também afirma ou reafirma que A Ferramenta não faz o Processo.
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Excelente parabéns ao criador.
Um abraço e até mais.
19 mai
Nasce aqui uma “seção plágio” pensada nos posts sobre as “cópias criativas” dos grandes publicitários (ou não). Começo com inacredidavelmente 05 “coincidências” sobre o mesmo assunto.
Diet Coke
Diet Pepsi
Orangina Ligth
Joya Light
Ãgua Viladrau
14 abr

Ontem vi a nova vinheta de “plim-plim” da emissora Globo.
Eu não gostei.
Sou suspeito para dizer, pois como sou um pouco saudosista, previro aquele velho plim-plim como mostra a imagem acima. Esse novo me parece um pouco “era espacial” e um pouco forçado.
Abaixo coloquei o vÃdeo e espero comentários para as considerações.
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Um abraço e até mais.
1 abr
Pois é… para colocar um pouco de lenha na fogueira do Enquanto Isso (ou pelo menos tentar) eu escrevo sobre este tema que já foi alvo de inúmeras conversas até mesmo aqui dentro da nossa maravilhosa empresa.
Esta foto acima foi retirada da capa de A Torre Negra, HQ muito bom de Stephen King, porém, e voltando ao assunto central, o fato é que ainda não possuÃmos uma padronização especÃfica para alguns termos no nosso meio, diferentemente de algumas profissões bem mais antigas onde nota-se uma definição clara sobre a utilização de certas terminologias (caramba… falei bonito agora)
É comum na faculdade escutarmos nossos professores falando e defendendo o uso de um termo X e quando chegamos ao mercado de trabalho encontramos grandes profissionais falando outra coisa.
Indo direto ao assunto: É correto falar logomarca? Ou seria logotipo? Hum? Por que existe polêmica nesse assunto?
Então eu pesquisei um pouco nos livros e na internet para poder formar melhor a minha opinião e tentar esclarecer você leitor sobre o ponto de vista analÃtico de alguns termos e etimologia para ver se existe o chamado neologismo (criação de um nome novo para alguma coisa, ou um novo significado para um nome velho) aceitável ou apenas vÃcios de linguagem.
Logomarca
Seu termo tem sido difundido e muito, porém alvejado de crÃticas. Quando eu era mais novo eu defendia o uso de logomarca me baseando na idéia de que o logotipo seria a parte escrita da marca, a tipografia empregada que a identifica. Logomarca então seria um sÃmbolo ou representação gráfica utilizada em uma marca. Simples né?
Existem também os que apóiam este termo por outros dois motivos: ou já estão acostumados a falar no dia-a-dia ou defendem o uso da LOGOMARCA como neologismo.
Como eu tenho estudado agora eu percebo que cometia sem perceber uma redundância boba. Olha só:
O termo logomarca é junção do radical grego Lógos que significa: palavra (não a falada ou a escrita, pois esta é do grego “Lexiâ€), pronunciamento, conceito, idéia, verbalização + o germânico Marka que deriva do termo Signum, ou seja, significado. Olha a redundância aÃ: Logomarca nada mais é do que conceito do significado, ou significado do significado.
Logotipo
Analisando (odeio gerúndios) este termo podemos separar a palavra em Logo + Tipo. Já vimos que “Logo†vem de “Lógos†e significa o conceito, idéia ou significado de uma palavra. O “Tipo†vem do grego “Tipos†que em português significa tipo; figura; sinal; gênero; sÃmbolo. Tantas opções assim podem até complicar um pouco o meio de campo, mas nesse caso, Tipo significa sinal ou sÃmbolo, uma figura, um desenho. Exemplo: as vogais como “a†“e†“i†“o†“uâ€, são tipos (sÃmbolos gráficos) dos sons emitidos.
Dessa forma, LOGOTIPO é o sÃmbolo visÃvel de um conceito. Olha que bonito! Vou mais além com este exemplo real: Você vai até seu cliente e ele pede uma idéia, um conceito (logo) a ser empregado em sua empresa. Aà então você fica encarregado de fazer um sÃmbolo, um sinal (tipo) para o conceito empregado. Lembrando que este sÃmbolo pode ser somente um desenho, sem nenhuma letra, ou somente as letras do nome da empresa, utilizadas de forma que mostrem seu conceito. Ou ainda pode ser um desenho e o nome da empresa, juntos, mostrando o sÃmbolo gráfico de um conceito ou logotipo.
13 nov
Conforme o combinado seguimos com o assunto.
Cores
Muito se tem escrito sobre a importância das cores. Quer através das representações gráficas quer através das emoções experimentadas pelos indivÃduos diante da cor em si, devemos levar em consideração diferentes combinações de cor e os seus significados.
O esquema de cores corporativas que se escolhe faz uma forte declaração sobre a organização e a forma como ela faz negócios. Como acontece com todos os outros 5 elementos, as cores devem enfatizar a filosofia e a estratégia da corporação.
Estudos comprovam que todos os seres humanos fazem subconsciente uma sentença sobre uma pessoa, ambiente ou item dentro de 90 segundos. Essa avaliação é baseada na aplicação da cor. Isto demonstra o importante papel das cores.
Dica: Para peças impressas, sempre que possÃvel, prefira as cores naturais sem utilizar-se de tons gradientes ou efeitos similares.
Marca
Marca é a definição dos negócios corporativos. O nome de uma organização pode também servir como sua marca.
O termo é frequentemente usado hoje em dia como referência a uma determinada empresa: um nome, imagens ou conceitos que distinguem o produto, serviço ou a própria empresa. Busca-se associar às marcas uma personalidade ou imagem mental.
Estas são as caracterÃsticas da organização e devem refletir a filosofia da organização e seus processos. Uma marca forte desenvolve credibilidade e motiva os clientes.
Preferimos e optamos, quando possÃvel, os “produtos de marcaâ€, em que o conteúdo, muita vezes é similar a outros produtos da mesma categoria. Isto é o poder do branding.
O Branding é considerado um trabalho de marca. É como se criássemos uma imagem para ser reconhecida por todo o mercado, de forma que o público a consiga identificar e apreciar.
Ao criarmos e gerirmos uma marca, estamos diretamente envolvidos no conceito de valor e positividade ao projeto que deverá respeitar a estratégia e a ambição do cliente e/ou do seu produto. Trata-se não só de identificar e diferenciar o produto ou empresa, mas também gerar uma expectativa de qualidade de imagem que vai trazer grande notoriedade.
Cultura
Costumes, conhecimentos e valores compartilhados pela comunidade abrangem a chamada cultura.
Se uma empresa tem comunidades formadas em torno de seus produtos, isso não significa necessariamente que estas comunidades tenham uma cultura saudável. De fato, uma cultura pode arruinar a reputação da empresa com perspectivas de futuro.
Sem precisar citar exemplos de empresas com uma má formação cultural no cultivo de suas comunidades eu já passo para o lado positivo: o site “Jovem Nerdâ€, criado por Alottoni e Azaghâl. O blog abusa do entretenimento e bom humor. O que teoricamente seria voltado para o mundo “nerd†vem tomando espaço e englobando de forma positiva, diversas comunidades alavancando a marca e seus serviços, dentre eles um excelente podcast (o nerdcast).
Bom é isso espero que tenham gostado. Fico por aqui.
5 nov
Alguns amigos têm me cobrado (de leve) um post sobre design, publicidade, layout.
Escrever sobre esse assunto é uma tarefa difÃcil. Temos uma vasta gama de definições para seguir e escolher.
Ao pensar simplesmente na palavra design, nos vem à mente um arquétipo de natureza gráfica, artÃstica, sem nos preocuparmos com o outro lado da moeda: a estratégia envolvida em cada “projetoâ€. Isto significa, de forma lógica, que o planejamento de processos para alcançar determinados objetivos ligados ao design é fundamental.
Não existe uma fórmula matemática pré-estabelecida para a criatividade em si, porém, para um bom design corporativo podemos claramente seguir 5 elementos para se obter um excelente resultado baseados na concepção (sÃmbolo, tipografia e cor) e na estratégia (marca, cultura).
SÃmbolos
SÃmbolo aqui para nós significa um dos elementos de identidade visual que pode vir a fazer parte de uma marca. Se a marca é forte o resultado é imediato. Muitas vezes reconhecemos uma grande empresa simplesmente olhando seu sÃmbolo. (é o caso das marcas acima)
Olha que interessante:
“O sÃmbolo em identidade visual, é desenhado para comportar e sintetizar um conjunto de associações distintas. Estas associações geralmente são feitas com a ajuda da propaganda…â€
“O sÃmbolo, no entanto, não deve depender exclusivamente do auxÃlio da propaganda para criar as associações corretas. Assim, ele deve possuir caracterÃsticas próprias que já permitam “intuir” determinadas associações, como por exemplo; “é caro”, “simpático”, “moderno”…â€
O sÃmbolo é apenas um aspecto de uma estratégia de marca da empresa. Ela ajuda, naturalmente, a diferenciar uma empresa de seus concorrentes, mas um grande sÃmbolo não nos diz nada até que a marca possa valer alguma coisa.
Então ao criar um sÃmbolo corporativo procure levar em consideração estilos clean, abstratos (o que não significa indecifrável) e sóbrios.
Tipografia
É comum encontrarmos cartazes, flyers e diversos sites “carnavalescosâ€. Um verdadeiro “samba do crioulo doido†com todo o respeito. As fontes também expressam vida, sentimentos.
Com os grandes sites corporativos, a usabilidade desempenha um papel cada vez mais amplo na tipografia, inclusive para pessoas com deficiências.
Tipografia tem sempre que ser sóbria. Procure utilizar-se do que eu chamo de grafia áurea (Trebuchet MS, Helvetica, Tahoma e Verdana) para textos informativos. São fontes legÃveis e com uma grande bagagem. A Helvetica mudou o mundo da tipografia, mostrando que simplicidade é sinônimo de bom design.
É claro que a(s) fonte(s) adotada(s) deve(m) sempre refletir a imagem da companhia e suas crenças mercadológicas. Portanto fontes “serifadas†não devem ser descartadas.
Comic Sans nem pensar!!
Semana que vem nós continuamos o assunto fechando com os outros 3 elementos finais.
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