28 jan
Vejam só, gostaria de discorrer grandes textos sobre os dois assuntos que coloquei no tÃtulo do post, entretanto o tempo é escasso. De qualquer forma, vou fazer referência aqui a duas matérias excelentes que li.
A primeira faz uma associação do AVATAR filme de James Cameron (mesmo do Titanic) as enchentes que vem assolando o pais, e também explica muito bem o conceito social, econômico, polÃtico e cultural por trás do filme e que ao meu ver é a receita do sucesso. http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/
20100128/not_imp502631,0.php
A segunda é algo extremamente esperado, notÃcias sobre o destravamento do Playstation 3 e uma possÃvel e interessante “teoria da conspiração” por trás desse destravamento. Ressalto que a reportagem não incentiva mas justifica a atividade “caolha”. http://wp.clicrbs.com.br/infosfera/2010/01/26/teoria-da-conspiracao-sony-vai-lucrar-com-desbloqueio-do-playstation-3/
De qualquer forma, os crédidos estão dentro de cada reportagem.
30 set
Vou colocar aqui três vÃdeos muito bons (sensacionais) do consultor de empresas Waldez Ludwig sobre criatividade, inovação e as idéias.
Eles retratam de forma clara, suscinta e direta as diferenças entre a inovação e a criatividade nossa de cada dia.
Eu recomendo!
14 jul
Get the Flash Player to see this player.
Campo Grande, minha cidade de coração, está evoluindo cada vez mais, não é verdade?
Gostei de algumas partes. A primeira: a menina acenando para câmera (mãe tô na tv) e a segunda (para fechar com chave de ouro): “É isso aÃ…espero que vocês ‘tenha gostado’ dessa matéria. “
10 jul
Philip Kotler para alguns dispensa apresentação, mas para aqueles que ainda não conhecem essa “referência†ele é professor de Marketing Internacional da Kellogg School of Management, da Harvard University, há mais de 20 anos. Ele obteve seu mestrado na Universidade de Chicago e seu PhD no MIT, ambos em economia. Ele fez pós-doutorado em matemática em Harvard e em ciências comportamentais na Universidade de Chicago.
Foi selecionado em 2005 como o quarto maior guru de negócios pelo Financial Times e foi considerado pelo Management Centre Europe “o maior dos especialistas na prática do marketing.” Em 2008, o Wall Street Journal o listou como a sexta pessoa mais influente no mundo dos negócios.
Segue em baixo um trecho retirado do site HSM Online com o que esse especialista entende como os cinco passos para o sucesso em marketing:
1. Chegue sem ser pego pelo radar. A chave para a construção da marca é ter algo bom, que você revela de maneira muito inteligente. Algo que seja até mesmo invisÃvel por um tempo, porque você quer estar fora da tela do radar dos concorrentes.
2. Conheça seu cliente. Você tem que entender e escolher os clientes que você quer atender. Não vá, simplesmente, atrás de todo mundo. Defina o mercado-alvo cuidadosamente por meio da segmentação de mercado e, então, posicione-se como diferente e como superior para aquele alvo especÃfico de mercado.
3. Tenha sua estratégia de branding. Nós não estamos mais em um estado de concorrência; estamos em uma condição de hiperconcorrência. Então, as pessoas estão desesperadamente em busca de algo a que se agarrar, como itens funcionais dos produtos e apelos emocionais a eles. DeverÃamos pensar em ter uma palavra, ou uma frase, que ajudasse a construir retenção e lealdade por parte dos clientes.
4. Permaneça à frente da concorrência. O ruim é que, se algo funcionar, seus concorrentes vão copiar e, antes que você perceba, qualquer coisa que você tenha como diferencial será imitada pelos outros. Portanto, você está no ramo da inovação constante. Pergunte-se o tempo todo: “Daqui a três anos, qual será nosso diferencial?â€
5. Crie uma experiência. De vez em quando, vemos que alguém desenvolveu uma abordagem totalmente nova para um mercado maduro. Há um grande movimento no sentido de dizer “nós não estamos apenas acrescentando serviços ao nosso negócio e ao nosso produto; estamos, na verdade, tentando criar uma experiênciaâ€. Estamos no negócio do desenvolvimento de experiências.
3 jul
Cito abaixo um texto de Max Gehringer, colunista da Revista EXAME. O assunto não é novo, mas vale muito a pena conferir.
Vi um anúncio de emprego. A vaga era de Gestor de Atendimento Interno, nome que agora se dá à Seção de Serviços Gerais. E a empresa exigia que os interessados possuÃssem – sem contar a formação superior – liderança, criatividade, energia, ambição, conhecimentos de informática, fluência em inglês e não bastasse tudo isso, ainda fossem HANDS ON. Para o felizardo que conseguisse convencer o entrevistador de que possuÃa essa variada gama de habilidades, o salário era um assombro: 800 reais. Ou seja, um pitico.
Não que esse fosse algum exemplo fora da realidade. Ao contrário, é quase o paradigma dos anúncios de emprego. A abundância de candidatos permite que as empresas levantem cada vez mais a altura da barra que o postulante terá de saltar para ser admitido.
E muitos, de fato, saltam. E se empolgam. E aà vêm as agruras da super-qualificação, que é uma espécie do lado avesso do efeito pitico…
Vamos supor que, após uma durÃssima competição com outros candidatos tão bem preparados quanto ela, a Fabiana conseguisse ser admitida como gestora de atendimento interno… E um de seus primeiros clientes fosse o seu Borges, Gerente da Contabilidade.
Seu Borges: — Fabiana, eu quero três cópias deste relatório.
Fabiana: — In a hurry!
Seu Borges: — Saúde.
Fabiana: — Não, Seu Borges, isso quer dizer “bem rapidinhoâ€. É que eu tenho fluência em inglês. Aliás, desculpe perguntar, mas por que a empresa exige fluência em inglês se aqui só se fala português?
Seu Borges: — E eu sei lá? Dá para você tirar logo as cópias?
Fabiana: — O senhor não prefere que eu digitalize o relatório? Porque eu tenho profundos conhecimentos de informática.
Seu Borges: — Não, não.. Cópias normais mesmo.
Fabiana: — Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha criatividade. Eu já comecei a desenvolver um projeto pessoal visando eliminar 30% das cópias que tiramos.
Seu Borges: — Fabiana, desse jeito não vai dar!
Fabiana: — E eu não sei? Preciso urgentemente de uma auxiliar.
Seu Borges: — Como assim?
Fabiana: — É que eu sou lÃder, e não tenho ninguém para liderar. E considero isso um desperdÃcio do meu potencial energético.
Seu Borges: — Olha, neste momento, eu só preciso das três cópias.
Fabiana: — Com certeza. Mas antes vamos discutir meu futuro…
Seu Borges: — Futuro? Que futuro?
Fabiana: — É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou aqui e ainda não aconteceu nada.
Seu Borges: — Fabiana, eu estou aqui há 18 anos e também não me aconteceu nada!
Fabiana: — Sei. Mas o senhor é hands on?
Seu Borges: — Hã?
Fabiana: — Hands on….Mão na massa.
Seu Borges: — Claro que sou!
Fabiana: — Então o senhor mesmo tira as cópias. E agora com licença que eu vou sair por aà explorando minhas potencialidades. Foi o que me prometeram quando eu fui contratada.
Então, o mercado de trabalho está ficando dividido em duas facções:
1 – Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas porque não têm as qualificações requeridas.
2 – E o outro grupo, pequeno, mas crescente, é o dos que são admitidos porque possuem todas as competências exigidas nos anúncios, mas não poderão usar nem metade delas, porque, no fundo, a função não precisava delas.
Alguém ponderará – com justa razão – que a empresa está de olho no longo prazo: sendo portador de tantos talentos, o funcionário poderá ir sendo preparado para assumir responsabilidades cada vez maiores.
Em uma empresa em que trabalhei, nós caÃmos nessa armadilha. Admitimos um montão de gente superqualificada. E as conversas ficaram de tão alto nÃvel que um visitante desavisado confundiria nossa salinha do café com a Fundação Alfred Nobel.
Pessoas superqualificadas não resolvem simples problemas! Um dia um grupo de marketing e finanças foi visitar uma de nossas fábricas e no meio da estrada, a van da empresa pifou. Como isso foi antes do advento do milagre do celular, o jeito era confiar no especialista, o Cleto, motorista da van. E aà todos descobriram que o Cleto falava inglês, tinha informática e energia e criatividade e estava fazendo pós-graduação… só que não sabia nem abrir o capô.
Duas horas depois, quando o pessoal ainda estava tentando destrinchar o manual do proprietário, passou um sujeito de bicicleta. Para horror de todos, ele falava “nóis vai†e coisas do gênero. Mas, em 2 minutos, para espanto geral, botou a van para funcionar. Deram-lhe uns trocados, e ele foi embora feliz da vida.
- Aquele ciclista anônimo era o protótipo do funcionário para quem as Empresas modernas torcem o nariz: O QUE É CAPAZ DE RESOLVER, MAS NÃO DE IMPRESSIONAR.
29 jun
Get the Flash Player to see this player.
28 mai
O meu intuito não é transformar este blog corporativo em um espaço chulo, porém esse vÃdeo merece ser publicado…
Get the Flash Player to see this player.
22 mai
“Estamos entre a cruz e a espadaâ€, diz o professor José LuÃs Oreiro, professor de economia da Universidade de BrasÃlia. Se a taxa de juros não baixar, a temida inflação, o monstro que alguns de nossos pais têm pesadelos só de lembrar, poderá voltar, e com ela a recessão.
Agora alguém me responda, o Brasil não estava se saindo bem em relação à crise mundial? Estamos tão bem que a tal cruz e a espada voltou. É curioso ver que quando se trata de economia, a virada da maré sempre é brusca, ela nunca acontece com aviso prévio.
A corrupção da década de 80 e o plano cruzado nos deixaram várias heranças: tÃtulos de dividas públicas furados, indexadores econômicos que não funcionam na prática, enfim, vamos remediar novamente a situação para a vaca não ir para o brejo.
E é espantoso ver como a conversa sempre muda de foco, até a pouco tempo, as notÃcias falavam que a mudança seria para poder tributar poupanças acima de 50 mil reais de rendimento, agora a mudança é para conter a inflação e a recessão!
No final das contas, selic, tÃtulos públicos e LTFs são artimanhas desse nosso sistema financeiro para manter-nos eternos escravos de juros. Toda a educação que você teve em sua vida foi para te transformar em um trabalhador para pagar juros e custear esse sistema de consumo onde a escassez é seu maior produto.
Reclamar não é vergonha minha gente, vergonha é viver dessa maneira, mesmo depois de 100 anos da falsa libertação dos escravos…
19 mai
Nasce aqui uma “seção plágio” pensada nos posts sobre as “cópias criativas” dos grandes publicitários (ou não). Começo com inacredidavelmente 05 “coincidências” sobre o mesmo assunto.
Diet Coke
Diet Pepsi
Orangina Ligth
Joya Light
Ãgua Viladrau
1 abr
Pois é… para colocar um pouco de lenha na fogueira do Enquanto Isso (ou pelo menos tentar) eu escrevo sobre este tema que já foi alvo de inúmeras conversas até mesmo aqui dentro da nossa maravilhosa empresa.
Esta foto acima foi retirada da capa de A Torre Negra, HQ muito bom de Stephen King, porém, e voltando ao assunto central, o fato é que ainda não possuÃmos uma padronização especÃfica para alguns termos no nosso meio, diferentemente de algumas profissões bem mais antigas onde nota-se uma definição clara sobre a utilização de certas terminologias (caramba… falei bonito agora)
É comum na faculdade escutarmos nossos professores falando e defendendo o uso de um termo X e quando chegamos ao mercado de trabalho encontramos grandes profissionais falando outra coisa.
Indo direto ao assunto: É correto falar logomarca? Ou seria logotipo? Hum? Por que existe polêmica nesse assunto?
Então eu pesquisei um pouco nos livros e na internet para poder formar melhor a minha opinião e tentar esclarecer você leitor sobre o ponto de vista analÃtico de alguns termos e etimologia para ver se existe o chamado neologismo (criação de um nome novo para alguma coisa, ou um novo significado para um nome velho) aceitável ou apenas vÃcios de linguagem.
Logomarca
Seu termo tem sido difundido e muito, porém alvejado de crÃticas. Quando eu era mais novo eu defendia o uso de logomarca me baseando na idéia de que o logotipo seria a parte escrita da marca, a tipografia empregada que a identifica. Logomarca então seria um sÃmbolo ou representação gráfica utilizada em uma marca. Simples né?
Existem também os que apóiam este termo por outros dois motivos: ou já estão acostumados a falar no dia-a-dia ou defendem o uso da LOGOMARCA como neologismo.
Como eu tenho estudado agora eu percebo que cometia sem perceber uma redundância boba. Olha só:
O termo logomarca é junção do radical grego Lógos que significa: palavra (não a falada ou a escrita, pois esta é do grego “Lexiâ€), pronunciamento, conceito, idéia, verbalização + o germânico Marka que deriva do termo Signum, ou seja, significado. Olha a redundância aÃ: Logomarca nada mais é do que conceito do significado, ou significado do significado.
Logotipo
Analisando (odeio gerúndios) este termo podemos separar a palavra em Logo + Tipo. Já vimos que “Logo†vem de “Lógos†e significa o conceito, idéia ou significado de uma palavra. O “Tipo†vem do grego “Tipos†que em português significa tipo; figura; sinal; gênero; sÃmbolo. Tantas opções assim podem até complicar um pouco o meio de campo, mas nesse caso, Tipo significa sinal ou sÃmbolo, uma figura, um desenho. Exemplo: as vogais como “a†“e†“i†“o†“uâ€, são tipos (sÃmbolos gráficos) dos sons emitidos.
Dessa forma, LOGOTIPO é o sÃmbolo visÃvel de um conceito. Olha que bonito! Vou mais além com este exemplo real: Você vai até seu cliente e ele pede uma idéia, um conceito (logo) a ser empregado em sua empresa. Aà então você fica encarregado de fazer um sÃmbolo, um sinal (tipo) para o conceito empregado. Lembrando que este sÃmbolo pode ser somente um desenho, sem nenhuma letra, ou somente as letras do nome da empresa, utilizadas de forma que mostrem seu conceito. Ou ainda pode ser um desenho e o nome da empresa, juntos, mostrando o sÃmbolo gráfico de um conceito ou logotipo.
| S | T | Q | Q | S | S | D |
|---|---|---|---|---|---|---|
| « fev | ||||||
| 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |
| 8 | 9 | 10 | 11 | 12 | 13 | 14 |
| 15 | 16 | 17 | 18 | 19 | 20 | 21 |
| 22 | 23 | 24 | 25 | 26 | 27 | 28 |
| 29 | 30 | 31 | ||||