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Com muito orgulho, no ar o novo site da Tag3

Portfolio com Tilt Viewer

O primeiro site era para ser provisório, só tinha um contato e um aviso de “em breve”. Realmente ficou provisório, talvez por muito tempo, mas depois publicamos nosso portfolio.

Este portfolio utilizava o componente Tilt Viewer para mostrar nossos trabalhos. Essa ferramenta tem um apelo visual muito grande, é bonito e simula um efeito tridimensional muito bom. Porém é pouco prático para navegar. Precisávamos de uma estrutura mais direta ao ponto. E a nossa ideia era que este último site também fosse provisório.

O problema de se publicar um site provisório é o risco dele se tornar permanente. Aliás não só um site, mas tudo na vida. O lado bom é que se ganha tempo para planejar, o ruim é que se aproveita muito desse tempo correndo o risco de acomodar. Fica aqui uma recomendação, cuidado com coisas provisórias que ficam “ad eternum”.

Depois, o próximo passo era planejar o site novo. Muitas idéias revolucionárias foram cogitadas e até desenvolvidas, mas a questão da praticidade sempre era um obstáculo. Como construir um produto que seja agradável, bonito e usando tecnologias recentes que ao mesmo tempo seja claro, objetivo e direto? Para entender: na ferramenta que citei acima, o usuário dava 6 cliques para acessar um item do nosso portfolio. Embora o site fosse cheio de firulas, a parte importante ficou longe do público.

Sreenshot do novo site

Mas agora chegamos a um modelo ideal, dentro da atual realidade é claro. Bonito, com apelo visual, utilizando recursos técnicos recentes e vai direto ao ponto. Nesse site atingimos o êxito que procurávamos. Uma sugestão de livro que explica melhor essa questão da usabilidade: Não me Faça Pensar, Steve Krug.

Não vou me estender mais, esse assunto não esgota aqui mas esse post já esta grande e gostaria que fosse lido. É isso.

Um abraço e até mais.

Criatividade versus Inovação

Vou colocar aqui três vídeos muito bons (sensacionais) do consultor de empresas Waldez Ludwig sobre criatividade, inovação e as idéias.
Eles retratam de forma clara, suscinta e direta as diferenças entre a inovação e a criatividade nossa de cada dia.

Eu recomendo!

Kotler: 5 passos para o sucesso em marketing

Philip Kotler para alguns dispensa apresentação, mas para aqueles que ainda não conhecem essa “referência” ele é professor de Marketing Internacional da Kellogg School of Management, da Harvard University, há mais de 20 anos. Ele obteve seu mestrado na Universidade de Chicago e seu PhD no MIT, ambos em economia. Ele fez pós-doutorado em matemática em Harvard e em ciências comportamentais na Universidade de Chicago.
Foi selecionado em 2005 como o quarto maior guru de negócios pelo Financial Times e foi considerado pelo Management Centre Europe “o maior dos especialistas na prática do marketing.” Em 2008, o Wall Street Journal o listou como a sexta pessoa mais influente no mundo dos negócios.

Segue em baixo um trecho retirado do site HSM Online com o que esse especialista entende como os cinco passos para o sucesso em marketing:

1. Chegue sem ser pego pelo radar. A chave para a construção da marca é ter algo bom, que você revela de maneira muito inteligente. Algo que seja até mesmo invisível por um tempo, porque você quer estar fora da tela do radar dos concorrentes.

2. Conheça seu cliente. Você tem que entender e escolher os clientes que você quer atender. Não vá, simplesmente, atrás de todo mundo. Defina o mercado-alvo cuidadosamente por meio da segmentação de mercado e, então, posicione-se como diferente e como superior para aquele alvo específico de mercado.

3. Tenha sua estratégia de branding. Nós não estamos mais em um estado de concorrência; estamos em uma condição de hiperconcorrência. Então, as pessoas estão desesperadamente em busca de algo a que se agarrar, como itens funcionais dos produtos e apelos emocionais a eles. Deveríamos pensar em ter uma palavra, ou uma frase, que ajudasse a construir retenção e lealdade por parte dos clientes.

4. Permaneça à frente da concorrência. O ruim é que, se algo funcionar, seus concorrentes vão copiar e, antes que você perceba, qualquer coisa que você tenha como diferencial será imitada pelos outros. Portanto, você está no ramo da inovação constante. Pergunte-se o tempo todo: “Daqui a três anos, qual será nosso diferencial?”

5. Crie uma experiência. De vez em quando, vemos que alguém desenvolveu uma abordagem totalmente nova para um mercado maduro. Há um grande movimento no sentido de dizer “nós não estamos apenas acrescentando serviços ao nosso negócio e ao nosso produto; estamos, na verdade, tentando criar uma experiência”. Estamos no negócio do desenvolvimento de experiências.

Você é hands on?

Cito abaixo um texto de Max Gehringer, colunista da Revista EXAME. O assunto não é novo, mas vale muito a pena conferir.

Vi um anúncio de emprego. A vaga era de Gestor de Atendimento Interno, nome que agora se dá à Seção de Serviços Gerais. E a empresa exigia que os interessados possuíssem – sem contar a formação superior – liderança, criatividade, energia, ambição, conhecimentos de informática, fluência em inglês e não bastasse tudo isso, ainda fossem HANDS ON. Para o felizardo que conseguisse convencer o entrevistador de que possuía essa variada gama de habilidades, o salário era um assombro: 800 reais. Ou seja, um pitico.

Não que esse fosse algum exemplo fora da realidade. Ao contrário, é quase o paradigma dos anúncios de emprego. A abundância de candidatos permite que as empresas levantem cada vez mais a altura da barra que o postulante terá de saltar para ser admitido.

E muitos, de fato, saltam. E se empolgam. E aí vêm as agruras da super-qualificação, que é uma espécie do lado avesso do efeito pitico…

Vamos supor que, após uma duríssima competição com outros candidatos tão bem preparados quanto ela, a Fabiana conseguisse ser admitida como gestora de atendimento interno… E um de seus primeiros clientes fosse o seu Borges, Gerente da Contabilidade.

Seu Borges: — Fabiana, eu quero três cópias deste relatório.
Fabiana: — In a hurry!
Seu Borges: — Saúde.
Fabiana: — Não, Seu Borges, isso quer dizer “bem rapidinho”. É que eu tenho fluência em inglês. Aliás, desculpe perguntar, mas por que a empresa exige fluência em inglês se aqui só se fala português?
Seu Borges: — E eu sei lá? Dá para você tirar logo as cópias?
Fabiana: — O senhor não prefere que eu digitalize o relatório? Porque eu tenho profundos conhecimentos de informática.
Seu Borges: — Não, não.. Cópias normais mesmo.
Fabiana: — Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha criatividade. Eu já comecei a desenvolver um projeto pessoal visando eliminar 30% das cópias que tiramos.
Seu Borges: — Fabiana, desse jeito não vai dar!
Fabiana: — E eu não sei? Preciso urgentemente de uma auxiliar.
Seu Borges: — Como assim?
Fabiana: — É que eu sou líder, e não tenho ninguém para liderar. E considero isso um desperdício do meu potencial energético.
Seu Borges: — Olha, neste momento, eu só preciso das três cópias.
Fabiana: — Com certeza. Mas antes vamos discutir meu futuro…
Seu Borges: — Futuro? Que futuro?
Fabiana: — É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou aqui e ainda não aconteceu nada.
Seu Borges: — Fabiana, eu estou aqui há 18 anos e também não me aconteceu nada!
Fabiana: — Sei. Mas o senhor é hands on?
Seu Borges: — Hã?
Fabiana: — Hands on….Mão na massa.
Seu Borges: — Claro que sou!
Fabiana: — Então o senhor mesmo tira as cópias. E agora com licença que eu vou sair por aí explorando minhas potencialidades. Foi o que me prometeram quando eu fui contratada.

Então, o mercado de trabalho está ficando dividido em duas facções:
1 – Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas porque não têm as qualificações requeridas.
2 – E o outro grupo, pequeno, mas crescente, é o dos que são admitidos porque possuem todas as competências exigidas nos anúncios, mas não poderão usar nem metade delas, porque, no fundo, a função não precisava delas.

Alguém ponderará – com justa razão – que a empresa está de olho no longo prazo: sendo portador de tantos talentos, o funcionário poderá ir sendo preparado para assumir responsabilidades cada vez maiores.

Em uma empresa em que trabalhei, nós caímos nessa armadilha. Admitimos um montão de gente superqualificada. E as conversas ficaram de tão alto nível que um visitante desavisado confundiria nossa salinha do café com a Fundação Alfred Nobel.

Pessoas superqualificadas não resolvem simples problemas! Um dia um grupo de marketing e finanças foi visitar uma de nossas fábricas e no meio da estrada, a van da empresa pifou. Como isso foi antes do advento do milagre do celular, o jeito era confiar no especialista, o Cleto, motorista da van. E aí todos descobriram que o Cleto falava inglês, tinha informática e energia e criatividade e estava fazendo pós-graduação… só que não sabia nem abrir o capô.

Duas horas depois, quando o pessoal ainda estava tentando destrinchar o manual do proprietário, passou um sujeito de bicicleta. Para horror de todos, ele falava “nóis vai” e coisas do gênero. Mas, em 2 minutos, para espanto geral, botou a van para funcionar. Deram-lhe uns trocados, e ele foi embora feliz da vida.

- Aquele ciclista anônimo era o protótipo do funcionário para quem as Empresas modernas torcem o nariz: O QUE É CAPAZ DE RESOLVER, MAS NÃO DE IMPRESSIONAR.

Relação Cliente Fornecedor no mundo real

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Crise, mais um pouco de divagações

Tudo bem, já estou achando batido falar de crise, realmente. Só que depois de ver mais uma notícia sobre perdas, desvalorizações e parques de diversões dando prejuízo eu resolvi falar mais um pouquinho.

Minha idéia não é original, é baseada em várias tendências que vêm se formando. Quando uma crise chega, a primeira ação a ser tomada é reduzir custos. Quando uma empresa sabe que pode não receber o que está previsto e não ter crédito nos bancos, começa a reduzir custos para se proteger. As demissões em massa partem desse princípio.

Porém esse é o lado do pessimismo. O lado otimista dessa situação é que sempre existem oportunidades de negócio quando o objetivo é reduzir despesas. O principal caminho dessas oportunidades é a tecnologia.

Cito alguns exemplos bem conhecidos em suas áreas onde a tecnologia ajudou na redução de gastos:

• Telefonia – soluções de VoIP como o Skype transformam qualquer ligação de longa distância em custos de uma ligação local. E se for de Skype para Skype o custo disso é somente o plano de acesso a internet.

• Energia – painéis de energia solar para transformar a luz que é de graça em energia.

• Água – caixas externas para captar a água da chuva e utilizá-las para lavar a varanda; tem também aquela válvula que bloqueia passagem de ar pelo hidrômetro, evitando que se pague pelo consumo de ar.

Quando uma empresa decide reduzir as despesas, uma porção de coisas entram em questão, pois muitos processos podem ser melhorados e gerenciados através de soluções tecnológicas.

Então, acredito que o setor de tecnologia será um dos mais beneficiados com essa crise. Empresas desse setor terão uma grande oportunidade de crescimento em meio a esse mar de pessimismo e medo.

Um abraço e até mais.

Para por em prática o que está no papel: EXECUÇÃO

Com certeza você já ouviu falar em algum projeto que é excelente no papel. Ou uma reunião em que muitas idéias foram discutidas, muitas soluções de problemas foram encontradas, porém ninguém colocou em prática. É sobre isso que eu quero falar. Dificuldades em por em prática aquilo que está no papel e apontar possíveis soluções.

Zona de conforto, eu acredito ser esta a expressão que mais combina, ou melhor, a possível causa do problema de não se colocar em ação aquilo que foi planejado. O ser humano parece possuir um bloqueio para mudanças, principalmente se o estado atual for o mesmo durante um longo período.

Vou enfatizar aqui que todo planejamento é para mudar, pois acredito que ninguém se reúne e discute atitudes de continuar como tudo está. O mundo muda o tempo todo, então devemos mudar constantemente pelo menos para permanecer igual. O correto certamente é crescer sempre.

Então partindo desse princípio, vamos analisar uma situação hipotética.

Numa empresa X os gerentes de produção, compras e vendas se reúnem para definir uma mudança em um produto. Essa mudança reflete na estratégia de venda que implicará em nova abordagem e nova embalagem além de novas matérias-primas na constituição do produto.

Então a equipe de vendas deveria mudar o discurso para se adequar. A central de compras faria aquisição de novos insumos e talvez mudaria de fornecedores. A produção por sua vez também produziria o material já com a mudança que ficou definida.

Ao longo de 3 meses nada mudou. O produto continua igual, os vendedores vendem a mesma coisa e a central de compras continua comprando a mesma matéria-prima dos mesmos fornecedores.

Depois de verificar essa situação, o vice-presidente resolve conversar com os setores para entender o porquê das mudanças não terem sido implantadas.

Então vai até a produção e descobre que o produto não é produzido com as alterações de estrutura e embalagem. Porque a matéria-prima continua chegando a mesma e as embalagens iguais também. Então vai até o setor de compras e observa a aquisição das mesmas matérias-primas. Onde estão as novas embalagens e a nova matéria-prima? A resposta é que continuam vendendo o produto antigo, por isso não podem adquirir novos materiais pois precisam escoar os antigos. Por último o executivo vai até a equipe de vendas para saber o motivo do produto antigo ser vendido, sendo que foram feitas modificações no projeto e deveriam por em prática as novas ações. A resposta: ninguém avisou quando ia começar a valer essa nova regra.

Então o que aconteceu? Bem, todos se acomodaram e continuaram a fazer exatamente o que faziam antes pois ninguém tomou as novas atitudes planejadas na reunião com os gerentes. “Ninguém fez nada porque os outros nada fizeram.”

O exemplo acima é extremamente fictício, eu inventei apenas para exemplificar e explicar melhor o problema. Porém o problema não é fictício, é bem real e acontece a todo momento em várias empresas e corporações.

Eu acredito na existência de possíveis soluções para essa questão.

• Concentrar na execução das ações planejadas;

• Perder o medo de mudar, afinal se o estado atual não está bom, fatalmente para melhorar tem que mudar;

• Tudo que foi discutido e conversado, deve ser documentado e compartilhado com todos os envolvidos no processo ;

• Policiar, cobrar e avaliar a si mesmo e aos outros envolvidos para que a zona de conforto e a acomodação não ajam como vilões em detrimento das atitudes e ações para colocar em prática o planejamento.

Uma técnica ensinada pelos coaching empresariais é o FARM.

FOCO – AÇÃO – RESULTADO – MELHORIA CONTÍNUA

Sempre colocar em prática tudo que foi planejado, sempre buscar os resultados, sempre registrar os acertos e principalmente registrar os erros e buscar a melhoria contínua.

Esse post ficou bem extenso mas compensa o tempo sem novos posts né?

Um abraço e até mais.

A difícil arte de escrever com freqüência

Esse post poderia se chamar também “Post metalingüístico”, pois se trata de um post para falar sobre escrever posts. Explico.

Semanalmente me incentivo a escrever algo no blog, porém é uma tarefa complicada. Às vezes não falta tempo para escrever e sim uma idéia bacana para colocar no papel (ou na tela) e compartilhar com as pessoas. Então tenho que pensar em assuntos para o próximo post e quando não vem algo em mente bate aquele vazio.

Nada mais interessante do que falar justamente sobre a falta de assunto. Ora se não vem uma idéia em mente, essa é a idéia, a falta de idéias. Esse é o assunto.

Escrever em um blog é algo que deva se assemelhar a publicar um conto ou crônica semanalmente em um jornal. Acredito que os grandes cronistas semanais devam sentir um vazio de vez em quando e acabam por recorrerem à técnica quando lhes falta a idéia.

Por fim acredito que isso não seja freqüente, os assuntos que vão surgir serão sempre os mais variados. Senão vou ficar falando sempre de como é a arte de escrever e nem sempre ter o que escrever e dar voltas e enrolar a todos. Hehehe.

Um abraço e até mais.

A ferramenta não faz o processo

Ferramentas

Eu adoro essa frase. Não posso dizer que eu inventei pois eu formulei baseado várias outras frases que ouvimos diariamente e também várias experiências que temos.

Mas o quê exatamente eu quero dizer com isso? Bom vamos lá. No ambiente corporativo, pelo menos nos bem estruturados, existem vários processos definidos. Esses processos são conjuntos de tarefas a serem executadas pela equipe. Em uma corporação esses processos dever ser bem definidos para que a rotina de trabalho flua sem problemas mesmo que a equipe vá se renovando.

Partindo desse ambiente corporativo para nossa vida pessoal, para o dia a dia, eu pude observar e perceber que tudo o que fazemos são processos. Processo de lavar a roupa, processo de fazer o almoço, processo de ir ao banheiro, tudo são conjuntos de tarefas tão corriqueiras que chegam a ficar automáticas.

Nessa observação surgiu a frase “a ferramenta não faz o processo”. Como assim? Alguém certamente já ouviu um sujeito falar: “não posso arrumar a mesa porque não tem gaveta”, “não dá pra guardar isso porque não tem um recipiente”, “não posso fazer caminhadas pois não tenho um tênis adequado”, etc. Ou seja, não se consegue executar um processo pois falta-lhe a ferramenta.

Na verdade o que às vezes nos falta é o hábito de fazer certas coisas e não a ferramenta. Por exemplo, quem tem o hábito de controlar as finanças pessoais, faz isso da forma que achar melhor, seja anotando em um livro caixa, em um papel de pão, em uma tabela do excel ou um sistema financeiro complexo. Não importa a ferramente o importante é a tarefa, ou melhor, são as tarefas resultando em um processo.

Outra analogia, agora mais na área do meu trabalho de criação e desenvolvimento para internet. Direto ao ponto, qual o melhor software para criar um layout, Corel Draw, Photoshop ou Ilustrator? E qual a melhor linguagem para desenvolver, PHP, ASP ou JAVA? E o melhor banco de dados, MySql, MS-Sql, PostgreSql ou Oracle? A resposta é claro, tanto faz. A melhor ferramenta é aquela que você domina. Sabendo o conceito e o resultado que se quer chegar, ou seja o processo, não importa qual será a ferramenta.

Por fim, só explicando a forma com que eu percebi tudo isso, foi ao contrário. Primeiro a teoria, primeiro em um ambiente corporativo, depois para a prática no dia a dia. Provavelmente a teoria veio depois. Mas enfim achei melhor contar dessa forma.

Um abraço e até mais.

5 elementos para um bom design corporativo (parte II)

Conforme o combinado seguimos com o assunto.

Cores

Muito se tem escrito sobre a importância das cores. Quer através das representações gráficas quer através das emoções experimentadas pelos indivíduos diante da cor em si, devemos levar em consideração diferentes combinações de cor e os seus significados.

O esquema de cores corporativas que se escolhe faz uma forte declaração sobre a organização e a forma como ela faz negócios. Como acontece com todos os outros 5 elementos, as cores devem enfatizar a filosofia e a estratégia da corporação.

Estudos comprovam que todos os seres humanos fazem subconsciente uma sentença sobre uma pessoa, ambiente ou item dentro de 90 segundos. Essa avaliação é baseada na aplicação da cor. Isto demonstra o importante papel das cores.

Dica: Para peças impressas, sempre que possível, prefira as cores naturais sem utilizar-se de tons gradientes ou efeitos similares.


Marca

Marca é a definição dos negócios corporativos. O nome de uma organização pode também servir como sua marca.

O termo é frequentemente usado hoje em dia como referência a uma determinada empresa: um nome, imagens ou conceitos que distinguem o produto, serviço ou a própria empresa. Busca-se associar às marcas uma personalidade ou imagem mental.

Estas são as características da organização e devem refletir a filosofia da organização e seus processos. Uma marca forte desenvolve credibilidade e motiva os clientes.

Preferimos e optamos, quando possível, os “produtos de marca”, em que o conteúdo, muita vezes é similar a outros produtos da mesma categoria. Isto é o poder do branding.

O Branding é considerado um trabalho de marca. É como se criássemos uma imagem para ser reconhecida por todo o mercado, de forma que o público a consiga identificar e apreciar.

Ao criarmos e gerirmos uma marca, estamos diretamente envolvidos no conceito de valor e positividade ao projeto que deverá respeitar a estratégia e a ambição do cliente e/ou do seu produto. Trata-se não só de identificar e diferenciar o produto ou empresa, mas também gerar uma expectativa de qualidade de imagem que vai trazer grande notoriedade.


Cultura

Costumes, conhecimentos e valores compartilhados pela comunidade abrangem a chamada cultura.

Se uma empresa tem comunidades formadas em torno de seus produtos, isso não significa necessariamente que estas comunidades tenham uma cultura saudável. De fato, uma cultura pode arruinar a reputação da empresa com perspectivas de futuro.

Sem precisar citar exemplos de empresas com uma má formação cultural no cultivo de suas comunidades eu já passo para o lado positivo: o site “Jovem Nerd”, criado por Alottoni e Azaghâl. O blog abusa do entretenimento e bom humor. O que teoricamente seria voltado para o mundo “nerd” vem tomando espaço e englobando de forma positiva, diversas comunidades alavancando a marca e seus serviços, dentre eles um excelente podcast (o nerdcast).

Bom é isso espero que tenham gostado. Fico por aqui.

Internet, tecnologia, informação, publicidade e algumas novidades. Essa é a proposta do "Enquanto Isso", o blog corporativo da Tag3. Um espaço atualizado e muito interessante para que você se sinta a vontade e sempre que quiser, enviar um comentário.
Seja bem-vindo!

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