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Imasters Intercon 2008 – primeiras impressões

Este ano, pela 3° vez fui ao Imasters Intercon 2008. Dessa vez os organizadores ousaram de forma inusitada e fizeram algo que eu nunca tinha visto em anos de palestras e congressos: 2 palestras ao mesmo tempo no mesmo palco.

Foi uma ótima experiência. Essa façanha foi possível com o uso de fones de ouvido com receptores multicanal de rádio. Ou seja, enquanto um palestrante usava o canal 1, o outro usava o canal 2 e a gente escolhia qual palestra assistir. Mas tudo tem um porém… Como estavam passando 2 palestras ao mesmo tempo, eu ficava alternando e tentando absorver o máximo mas acredito que consegui uns 40% de cada palestra e olhe lá, nesse ponto achei ruim.

Ano passado foram 2 dias de evento e eu absorvi muito mais informação. Também teve o fato do apresentador discutir com o palestrante e abrir para perguntas e considerações, isso eu senti falta esse ano.

Bom essas foram as primeiras impressões, quero e pretendo falar mais sobre o assunto.

Um abraço e até mais.

A crise financeira, para leigos

Uma boa explicação sobre a crise financeira em uma linguagem bem simples. Procurei o autor em vários blogs porém encontrei apenas o texto sem o criador.
Segue abaixo:

O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça ‘na caderneta’ aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados.

Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo crédito).

O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de ‘emibiêi’, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo o pindura dos pinguços como garantia.

Uns seis ‘zécutivos’ de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.

Esses adicionais instrumentos financeiros alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações estruturadas de derivativos na BM&F, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu).

Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.

Até que alguém descobre que os bebuns da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência. E toda a cadeia desmorona.

Um abraço e até mais.

Power Line Comunications ou internet pela rede elétrica

Recentemente ouvi no podcast do IDG Now a entrevista com Paulo Pimentel diretor do fórum PLC da Aptel.

Há algum tempo já se discute a transmissão de dados via rede elétrica. Vasculhando a internet eu pude perceber que antes de 2003 vários artigos reprovavam a tecnologia por inviabilidades técnicas. Ruídos, fios que absorvem alta freqüência, interferências magnéticas, etc. Mas hoje ocorre o contrário e alguns testes já foram realizados.

A tecnologia consiste em transmitir dados através da estrutura de rede elétrica já existente. Para montar uma rede de dados doméstica sem precisar passar por toda a estrutura os cabos de rede e montar switch, o PLC torna esse processo muito fácil. Outro exemplo é um prédio que não possui mais espaço para passar os cabos de rede porém já tem a estrutura de energia elétrica toda pronta, a possibilidade de uma de dados é muito maior com o PLC.

Agora pensando em um âmbito maior, em uma cidade do interior que os serviços de banda larga não existem, os serviços via satélite são muito caros e a única internet existente é pela linha discada, a melhor solução é via PLC. Porque as instalações elétricas já estão prontas, ou seja, o custo seria apenas de converter o sinal num ponto e recoverter em outro ponto.

Para concluir, eu vejo uma grande democratização da internet aliada aos softwares “web 2.0” que priorizam o uso e não a posse, atingindo cada vez um número maior de usuários. A democratização da tecnologia terá um êxito muito maior.

Um abraço e até mais.

Fontes:
TerraIDG NowWnewsWikipedia

Cartão de loja, o marketing obrigatório


Esse é um tema óbvio e até batido, mas vamos lá.

Como todo mundo sabe, essas lojas de departamentos, famosas, como C&A, Riachuelo, Pernambucanas e etc, possuem seus próprios cartões de crédito em que oferecem uma série de vantagens: até 5 vezes sem juros, 8 vezes com juros baixo, 40 dias para começar a pagar e até brindes. Claro que isso tudo não é de graça. Não vou entrar no mérito dos juros e/ou taxas, o ponto em que eu quero chegar está na hora de pagar a fatura.

Outro dia fui pagar uma conta de uma compra parcelada na Riachuelo. É certo que por várias vezes já fiz isso nesta e em outras lojas como a C&A por exemplo. Desde o começo eu percebi 2 duas coisas: o caixa onde se paga a fatura fica sempre no fundo da loja e a fatura só pode ser paga na própria loja. Esta última é pior, pois costumo pagar todas as contas via internet.

Bom, então por quê não se tem uma fatura que eu possa pagar via internet?
Simples, para que o comprador volte à loja obrigatoriamente. Ou seja, quem fez uma compra e aproveitou uma promoção que parcela o preço em 8 vezes sem juros pode até ter feito um bom negócio, mas a loja garantiu a volta deste comprador outras 8 vezes, sem gastar com propaganda.

Tudo bem, então por quê o crediário fica tão ao fundo sendo que poderia ter uma caixa logo na porta da loja?
Vamos analisar. Quando fui pagar a fatura na Riachuelo recentemente, entrei na loja e me deparei com a sessão de roupas adultas masculinas. A loja tem 3 andares, térreo e mais 2. O crediário fica no 2º andar, claro. Subi para o 1º andar e passei pela seção de roupas adultas femininas. Ao chegar no 1º andar a seção era de roupas infantis. Dei a volta no lugar para pegar a próxima escada e finalmente, último andar: cama, mesa e banho. Caminhei até o fundo da seção para chegar ao crediário. Aconteceu que eu caminhei pela loja inteira por todas as seções sendo tentado a efetuar novas compras.

Óbvio certo? Sim. É claro que é vantagem para a loja fazer o consumidor voltar para a loja e ver as ofertas, a nova coleção e sentir-se tentado a comprar novamente. Sem veicular na televisão, sem gastar com campanhas e ainda cobrando juros de cartão de crédito que, em alguns casos, chega a 13% ao mês.

Conclusão: se é bom para quem está comprando, é muito melhor para quem está vendendo. Eu não sou contra, sou a favor, pois isso faz parte do marketing.

Um abraço e até mais.

Relações pessoais, tanto no trabalho quanto em casa

Bom, esse é praticamente meu primeiro post, porém não é a primeira vez que escrevo, mas em todo caso, estou há tempos sem escrever e penso até que estou meio enferrujado. Pretendo manter uma certa freqüência de posts até para exercitar a escrita, divulgar minhas idéias e tudo mais.

Quero fazer um breve relato sobre as relações interpessoais entre as pessoas que convivem e se vêem diariamente.

O interessante é que num lugar onde existam pessoas, existem também os problemas de convivência que assolam o ambiente.

Quando isso ocorre, o diálogo é a melhor opção. Até por que, dialogando sempre se resolve.

Na minha opinião, o problema maior é quando o diálogo é deixado de lado, quando as pessoas deixam seus orgulhos e seus egos tomarem conta do ambiente. Aí sim, isso fica prejudicial, tornando-se um câncer dentro do estabelecimento. E quando existe uma doença dentro de uma empresa, essa “puxa para baixo” a produtividade e até mesmo a vontade dos outros envolvidos nesse contexto.

Mas é claro que, ao contrário, se todos estão bem, estão tranqüilos e passam esse bem estar para os outros o ambiente fica muito melhor. Nesse mesmo contexto, se uma pessoa transmite um aspecto ruim ou alguma irritação, o fato dos outros estarem bem, ao invés de ser um câncer, o ambiente se torna a cura. Então, devemos sempre ser a base para os outros, ser a cura, e não a doença.

Qualquer semelhança com algum fato na empresa que você leitor trabalha ou dentro da sua casa pode ser mera coincidência, mas é claro que situações desagradáveis são muito comum.

É isso.

Primeiro post

Olá amigos. Este é o primeiro post do Enquanto Isso e faremos uma breve descrição da proposta do blog.

Aqui vamos falar principalmente de internet e também de tecnologia, publicidade, marketing, vários assuntos envolvendo comunicação e tecnologia. Também vamos comentar sobre nossa empresa – Tag3 e comentar de maneira informal sobre trabalhos e ações que estamos desenvolvendo ou já desenvolvidas.

Fiquem a vontade para comentar, criticar, elogiar, xingar e etc. Um abraço a todos.

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  • Categoria: Tag3
  • Internet, tecnologia, informação, publicidade e algumas novidades. Essa é a proposta do "Enquanto Isso", o blog corporativo da Tag3. Um espaço atualizado e muito interessante para que você se sinta a vontade e sempre que quiser, enviar um comentário.
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