29 out
Este ano, pela 3° vez fui ao Imasters Intercon 2008. Dessa vez os organizadores ousaram de forma inusitada e fizeram algo que eu nunca tinha visto em anos de palestras e congressos: 2 palestras ao mesmo tempo no mesmo palco.

Foi uma Ăłtima experiĂŞncia. Essa façanha foi possĂvel com o uso de fones de ouvido com receptores multicanal de rádio. Ou seja, enquanto um palestrante usava o canal 1, o outro usava o canal 2 e a gente escolhia qual palestra assistir. Mas tudo tem um porĂ©m… Como estavam passando 2 palestras ao mesmo tempo, eu ficava alternando e tentando absorver o máximo mas acredito que consegui uns 40% de cada palestra e olhe lá, nesse ponto achei ruim.
Ano passado foram 2 dias de evento e eu absorvi muito mais informação. Também teve o fato do apresentador discutir com o palestrante e abrir para perguntas e considerações, isso eu senti falta esse ano.
Bom essas foram as primeiras impressões, quero e pretendo falar mais sobre o assunto.
Um abraço e até mais.
18 out

Uma boa explicação sobre a crise financeira em uma linguagem bem simples. Procurei o autor em vários blogs porém encontrei apenas o texto sem o criador.
Segue abaixo:
O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça ‘na caderneta’ aos seus leais fregueses, todos bĂŞbados, quase todos desempregados.
Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo crédito).
O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de ‘emibiĂŞi’, decide que as cadernetas das dĂvidas do bar constituem, afinal, um ativo recebĂvel, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo o pindura dos pinguços como garantia.
Uns seis ‘zĂ©cutivos’ de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebĂveis do banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrĂ´nimo financeiro que ninguĂ©m sabe exatamente o que quer dizer.
Esses adicionais instrumentos financeiros alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações estruturadas de derivativos na BM&F, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu).
Esses derivativos estĂŁo sendo negociados como se fossem tĂtulos sĂ©rios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 paĂses.
Até que alguém descobre que os bebuns da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência. E toda a cadeia desmorona.
Um abraço e até mais.
16 out
Há algum tempo que as empresas vêm apostando suas fichas em campanhas ousadas para que estas possam se tornar um viral bem-sucedido.
É o caso deste vĂdeo criado para promover o site belga da Sensoa, centro de saĂşde da BĂ©lgica especialista em doenças sexualmente transmissĂveis. Ele simplesmente utiliza um tema vendável: o sexo, sĂł que de maneira inteligente e humorada, sem precisar apelar para a nudez.
O resultado foi tão bom que o site foi lançado no dia 17 de setembro e no mesmo dia registrou 21.500 visitas e em dois dias, ultrapassou a marca de 40.000 visitas únicas.
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15 out
Eu confesso que demorei um bocado a dar o braço a torcer. Achava o meu PC a coisa mais linda do mundo, uma puta ferramenta (e realmente a melhor ferramenta é aquela que você domina), mas não dá pra negar: Steve Jobs sabe fazer e faz muito bem!
Para quem gosta da velha disputa entre PC e MAC assistam o vĂdeo abaixo.
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Essa campanha vem desde 2006. É muito interessante!!
15 out

Recentemente ouvi no podcast do IDG Now a entrevista com Paulo Pimentel diretor do fĂłrum PLC da Aptel.
Há algum tempo já se discute a transmissĂŁo de dados via rede elĂ©trica. Vasculhando a internet eu pude perceber que antes de 2003 vários artigos reprovavam a tecnologia por inviabilidades tĂ©cnicas. RuĂdos, fios que absorvem alta freqĂĽĂŞncia, interferĂŞncias magnĂ©ticas, etc. Mas hoje ocorre o contrário e alguns testes já foram realizados.
A tecnologia consiste em transmitir dados através da estrutura de rede elétrica já existente. Para montar uma rede de dados doméstica sem precisar passar por toda a estrutura os cabos de rede e montar switch, o PLC torna esse processo muito fácil. Outro exemplo é um prédio que não possui mais espaço para passar os cabos de rede porém já tem a estrutura de energia elétrica toda pronta, a possibilidade de uma de dados é muito maior com o PLC.
Agora pensando em um âmbito maior, em uma cidade do interior que os serviços de banda larga não existem, os serviços via satélite são muito caros e a única internet existente é pela linha discada, a melhor solução é via PLC. Porque as instalações elétricas já estão prontas, ou seja, o custo seria apenas de converter o sinal num ponto e recoverter em outro ponto.
Para concluir, eu vejo uma grande democratização da internet aliada aos softwares “web 2.0” que priorizam o uso e não a posse, atingindo cada vez um número maior de usuários. A democratização da tecnologia terá um êxito muito maior.
Um abraço e até mais.
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