Arquivo para outubro, 2008

Imasters Intercon 2008 – primeiras impressões

Este ano, pela 3° vez fui ao Imasters Intercon 2008. Dessa vez os organizadores ousaram de forma inusitada e fizeram algo que eu nunca tinha visto em anos de palestras e congressos: 2 palestras ao mesmo tempo no mesmo palco.

Foi uma Ăłtima experiĂŞncia. Essa façanha foi possĂ­vel com o uso de fones de ouvido com receptores multicanal de rádio. Ou seja, enquanto um palestrante usava o canal 1, o outro usava o canal 2 e a gente escolhia qual palestra assistir. Mas tudo tem um porĂ©m… Como estavam passando 2 palestras ao mesmo tempo, eu ficava alternando e tentando absorver o máximo mas acredito que consegui uns 40% de cada palestra e olhe lá, nesse ponto achei ruim.

Ano passado foram 2 dias de evento e eu absorvi muito mais informação. Também teve o fato do apresentador discutir com o palestrante e abrir para perguntas e considerações, isso eu senti falta esse ano.

Bom essas foram as primeiras impressões, quero e pretendo falar mais sobre o assunto.

Um abraço e até mais.

A crise financeira, para leigos

Uma boa explicação sobre a crise financeira em uma linguagem bem simples. Procurei o autor em vários blogs porém encontrei apenas o texto sem o criador.
Segue abaixo:

O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça ‘na caderneta’ aos seus leais fregueses, todos bĂŞbados, quase todos desempregados.

Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo crédito).

O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de ‘emibiĂŞi’, decide que as cadernetas das dĂ­vidas do bar constituem, afinal, um ativo recebĂ­vel, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo o pindura dos pinguços como garantia.

Uns seis ‘zĂ©cutivos’ de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebĂ­veis do banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrĂ´nimo financeiro que ninguĂ©m sabe exatamente o que quer dizer.

Esses adicionais instrumentos financeiros alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações estruturadas de derivativos na BM&F, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu).

Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.

Até que alguém descobre que os bebuns da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência. E toda a cadeia desmorona.

Um abraço e até mais.

Engolir ou cuspir?

Há algum tempo que as empresas vêm apostando suas fichas em campanhas ousadas para que estas possam se tornar um viral bem-sucedido.

É o caso deste vídeo criado para promover o site belga da Sensoa, centro de saúde da Bélgica especialista em doenças sexualmente transmissíveis. Ele simplesmente utiliza um tema vendável: o sexo, só que de maneira inteligente e humorada, sem precisar apelar para a nudez.

O resultado foi tão bom que o site foi lançado no dia 17 de setembro e no mesmo dia registrou 21.500 visitas e em dois dias, ultrapassou a marca de 40.000 visitas únicas.

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Get a Mac

Eu confesso que demorei um bocado a dar o braço a torcer. Achava o meu PC a coisa mais linda do mundo, uma puta ferramenta (e realmente a melhor ferramenta é aquela que você domina), mas não dá pra negar: Steve Jobs sabe fazer e faz muito bem!

Para quem gosta da velha disputa entre PC e MAC assistam o vĂ­deo abaixo.

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Essa campanha vem desde 2006. É muito interessante!!

Power Line Comunications ou internet pela rede elétrica

Recentemente ouvi no podcast do IDG Now a entrevista com Paulo Pimentel diretor do fĂłrum PLC da Aptel.

Há algum tempo já se discute a transmissão de dados via rede elétrica. Vasculhando a internet eu pude perceber que antes de 2003 vários artigos reprovavam a tecnologia por inviabilidades técnicas. Ruídos, fios que absorvem alta freqüência, interferências magnéticas, etc. Mas hoje ocorre o contrário e alguns testes já foram realizados.

A tecnologia consiste em transmitir dados através da estrutura de rede elétrica já existente. Para montar uma rede de dados doméstica sem precisar passar por toda a estrutura os cabos de rede e montar switch, o PLC torna esse processo muito fácil. Outro exemplo é um prédio que não possui mais espaço para passar os cabos de rede porém já tem a estrutura de energia elétrica toda pronta, a possibilidade de uma de dados é muito maior com o PLC.

Agora pensando em um âmbito maior, em uma cidade do interior que os serviços de banda larga não existem, os serviços via satélite são muito caros e a única internet existente é pela linha discada, a melhor solução é via PLC. Porque as instalações elétricas já estão prontas, ou seja, o custo seria apenas de converter o sinal num ponto e recoverter em outro ponto.

Para concluir, eu vejo uma grande democratização da internet aliada aos softwares “web 2.0” que priorizam o uso e não a posse, atingindo cada vez um número maior de usuários. A democratização da tecnologia terá um êxito muito maior.

Um abraço e até mais.

Fontes:
Terra – IDG NowWnewsWikipedia

Internet, tecnologia, informação, publicidade e algumas novidades. Essa é a proposta do "Enquanto Isso", o blog corporativo da Tag3. Um espaço atualizado e muito interessante para que você se sinta a vontade e sempre que quiser, enviar um comentário.
Seja bem-vindo!

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