1 ago
Bom, esse é praticamente meu primeiro post, porém não é a primeira vez que escrevo, mas em todo caso, estou há tempos sem escrever e penso até que estou meio enferrujado. Pretendo manter uma certa freqüência de posts até para exercitar a escrita, divulgar minhas idéias e tudo mais.
Quero fazer um breve relato sobre as relações interpessoais entre as pessoas que convivem e se vêem diariamente.
O interessante é que num lugar onde existam pessoas, existem também os problemas de convivência que assolam o ambiente.
Quando isso ocorre, o diálogo é a melhor opção. Até por que, dialogando sempre se resolve.
Na minha opinião, o problema maior é quando o diálogo é deixado de lado, quando as pessoas deixam seus orgulhos e seus egos tomarem conta do ambiente. Aà sim, isso fica prejudicial, tornando-se um câncer dentro do estabelecimento. E quando existe uma doença dentro de uma empresa, essa “puxa para baixo” a produtividade e até mesmo a vontade dos outros envolvidos nesse contexto.
Mas é claro que, ao contrário, se todos estão bem, estão tranqüilos e passam esse bem estar para os outros o ambiente fica muito melhor. Nesse mesmo contexto, se uma pessoa transmite um aspecto ruim ou alguma irritação, o fato dos outros estarem bem, ao invés de ser um câncer, o ambiente se torna a cura. Então, devemos sempre ser a base para os outros, ser a cura, e não a doença.
Qualquer semelhança com algum fato na empresa que você leitor trabalha ou dentro da sua casa pode ser mera coincidência, mas é claro que situações desagradáveis são muito comum.
É isso.
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